Uma operação conjunta contra crimes fronteiriços foi realizada na manhã deste quarta dia 27, na BR 369, entre Cascavel e Corbélia.
A ação apreendeu um Nissan Versa carregado com R$ 15 mil em mercadorias contrabandeados do Paraguai, um VW Gol com R$ 30 mil em contrabando de eletrônicos em um fundo falso e mais uma van que transportava mais de R$ 250 mil em eletrônicos sem notas fiscais.
Na Van, os contrabandistas carregaram mais de 180 videogames Play Station, além de aparelhos de receptor de sinal ilegal, entre outros eletrônicos. O veículo estava adesivado como parte de uma banda.
Os três homens que estavam na Van foram presos e encaminhados à Polícia Federal de Cascavel. (Com Catve)
Veja Também:
O alistamento militar obrigatório acaba no próximo sábado dia 30. Jovens do sexo masculino que completam 18 anos neste ano devem se apresentar em uma junta militar mais próxima de casa. Outra opção é fazer o alistamento pela internet. Porém, para realizar o procedimento pela internet é preciso ter o número de CPF.
Quem se apresentar pessoalmente à uma junta militar deve levar um documento de identificação como carteira de identidade ou certidão de nascimento, duas fotos três por quatro e um comprovante de residência. Se alistar não significa que o jovem irá obrigatoriamente servir nas forças armadas. Após o alistamento haverá uma seleção que destinará os voluntários aos quartéis da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Quem não se alistar fica impedido de participar de concurso público, tirar passaporte, carteira de trabalho e outros documentos. Além disso, quem não se alista pode ter que pagar uma multa posteriormente. (Com Tarobá News)
Veja Também:
A atuação da Polícia Ambiental vai reforçar a fiscalização do IAP (Instituto Ambiental do Paraná). A previsão é que dentro de um mês 150 policiais militares ambientais atuem diariamente no combate às infrações ao meio ambiente também na esfera administrativa, além do processo criminal.
O planejamento das ações de fiscalização foi discutido nesta terça dia 26, em reunião entre representantes do IAP e do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPAmb-FV).
Na prática, os policiais poderão lavrar autos de infração ambiental, além de continuarem emitindo boletins de ocorrência e de atenderem a parte criminal. Para isso, eles recebem treinamento, em conjunto com servidores do IAP que passam por atualização.
A reunião por meio de vídeoconferência faz parte de uma programação elaborada para a integração entre as instituições e normatização de atos necessários para a efetiva atuação conjunta dos órgãos em campo, também na esfera administrativa.
"Daqui pra frente a população poderá presenciar ações efetivas dos policiais junto aos escritórios regionais do IAP, com mais incursões em conjunto e o uso de informações georreferenciadas de licenciamentos ambientais", explicou o presidente do IAP, Paulino Mexia.
O encontro reuniu todos os chefes regionais do IAP e policiais de batalhões da polícia militar ambiental de todo o Estado.
Foram debatidos os principais pontos do convênio já firmado em 2016 entre as instituições, Secretaria de Meio Ambiente e Secretaria da Segurança Pública, em 2016.
"Eu vejo avanços significativos dentro das estruturas de fiscalização ambiental. Haverá o estabelecimento de um vínculo institucional que possa colocar, dentro de um mês, 150 policiais ambientais capacitados para atuarem na parte administrativa, além da criminal, que já é realizada no dia a dia pela polícia", disse o comandante do Batalhão da Polícia Militar Ambiental, Major Manoel Jorge dos Santos Neto.
Também foram deliberadas as atuações de cada ente dentro da fiscalização ambiental, como planos de ações, lançamento de autos de infrações em sistema informatizado, instrução de processos administrativos, que deverão ser instaurados a partir da lavratura do auto de infração e trâmites processuais internos para evitar a prescrição de autos, entre outros.
Para isso, a polícia acessará os sistemas utilizados pelo IAP para fiscalização, consulta a licenciamentos e autorizações ambientais, consulta para autorizações florestais e Cadastro Ambiental Rural (CAR).
A partir de agora, os representantes regionais deverão atuar em conjunto para verificar as principais demandas e planejar ações conjuntas de fiscalizações.
"Daqui para frente a população poderá presenciar as ações efetivas dos policiais nos escritórios regionais", explicou o diretor de Proteção e Emergências Ambientais do IAP, José Roberto Behrend. (Com AEN)
Veja Também:
Conforme foi acordado com a Federação Brasileira de Bancos, em dias de jogos do Brasil os horários de atendimentos nas agencias seriam especiais.
Nesta quarta dia 27, o Brasil entra em Campo às 15 horas, no último confronto da fase de grupos da Copa do Mundo da Rússia. A seleção joga por um empate para passar para as oitavas de final.
Com o horário do jogo definido, as agências bancárias abrem nesta manhã, às 9 e seguem até às 13 horas.
Portanto, para quem precisa pagar boletos com vencimento para hoje, deve seguir atento aos horários.
Se o Brasil avançar na competição, novos horários de atendimento serão informados pela federação. (Com Catve)
Veja Também:
O ex-governador do Paraná e pré-candidato ao Senado, Beto Richa (PSDB), virou réu na Justiça Federal do Paraná nesta terça dia 26. A decisão é do juiz Nivaldo Brunoni, da 23ª Vara da Justiça Federal em Curitiba.
A denúncia foi apresentada em junho de 2009 pelo Ministério Público Federal (MPF) - quando Richa era prefeito de Curitiba. Ele é acusado de desvio de finalidade na aplicação de verba federal de R$ 100 mil para reformar unidades de saúde entre 2006 e 2008.
Em abril, ao perder o foro privilegiado por deixar o Governo do Paraná, o processo contra Richa foi enviado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) à primeira instância. A decisão foi tomada pelo ministro Herman Benjamin.
Conforme o MPF, foi firmado um convênio com o Fundo Nacional de Saúde para reformar três unidades de saúde de Curitiba. Ainda segundo os procuradores, na prestação de contas de fevereiro de 2008 constava a execução de 26% das obras.
Tramitação
A denúncia do MPF, em junho de 2009, foi apresentada perando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) por "empregar subvenções, auxílios, empréstimos ou recursos de qualquer natureza, em desacordo com os planos ou programas a que se destinam".
A defesa e o MPF se manifestaram sobre o caso, mas quando Richa assumiu o governo estadual, em 2011, o TRF-4 declinou a competência ao STJ.
No STJ, a denúncia chegou em março de 2011. Em novembro, o ministro relator Cesar Asfor Rocha determinou o envio de ofício à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) solicitando autorização para processar o governador.
Um mês depois, o ministro Herman Benjamin assumiu a relatoria e reiterou o ofício à Alep. Sem resposta, em agosto de 2013, o ministro suspendeu a denúncia para evitar prescrição.
Já em novembro de 2014, o relator foi informado da decisão da Alep de negar a licença para o prosseguimento da ação.
Em maio de 2017, Benjamin informou que recebeu comunicação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre decisão que não há necessidade de autorização da assembleia para que o STJ processe governadores.
O prazo para o governador se manifestar sobre a denúncia foi aberto em maio de 2017. Já em abril deste ano, o ministro declarou a incompetência para julgar o caso após a renúncia de Richa.
O que diz a defesa
Conforme nota da assessoria do PSDB, houve um equívoco do MPF ao denunciar Beto Richa que, segundo o comunicado, "limitou-se à assinatura de convênio para a reforma de unidades de saúde".
"Na realidade, a verdadeira autora do erro foi uma servidora pública do município de Curitiba, que, na qualidade de fiscal do convênio, logo após o recebimento dos recursos federais, em data de 06/12/2006, resgatou a totalidade desses valores em proveito próprio", diz a nota.
A assessoria do PSDB informou que a servidora foi exonerada após a instauração de um processo administrativo disciplinar.
"Os valores do convênio foram integralmente ressarcidos à União e as unidades de saúde foram construídas e finalizadas com recursos exclusivos do município de Curitiba. Todas as contas foram julgadas irregulares", explica o comunicado. (Com G1)
Veja Também:
A Polícia Federal no Paraná incinerou na manhã desta terça dia 26, mais de três toneladas e meia de drogas apreendidas nos últimos 12 meses em Curitiba, região metropolitana e Paranaguá.
Toda a operação foi acompanhada de um forte esquema de segurança, inclusive com a participação de unidade especial da PF, o Grupo de Pronta Intervenção (GPI).
As drogas foram confiscadas pela PF, pela Polícia Rodoviária Federal e pela Polícia Militar.
A incineração ocorreu em um local na região metropolitana de Curitiba que conta com forno de grande porte adequado para este tipo de operação.
Foram incinerados 819 quilos de maconha e 2.730 quilos de cocaína.
O forno queimou também medicamentos e anabolizantes contrabandeados.

























