O juíz substituto João Felipe Marcolina, da 112ª Zona Eleitoral e responsável pelo caso, rejeitou a validade do vídeo apresentado como única prova pra tentar condenar o vereador, eleito em 2024 com 345 votos para o terceiro mandato.
Na tarde da última sexta-feira a Justiça Eleitoral decidiu pela improcedência de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pelo Ministério Público contra o vereador Marcelo Corona - PL. A ação incluia o pedido de cassação do diploma e inegibilidade por 8 anos por suposta prática de compra de votos durante o pleito eleitoral.
A denúncia, apresentada pelo MP e que seguiu com a tramitação em segredo de justiça por se tratar de uma menor de idade que supostamente teria recebido o dinheiro, baseava-se em um vídeo onde o vereador aparecia supostamente entregando 100,00 a ela e a uma outra pessoa em troca de votos.
Por outro lado, a defesa de Marcelo Corona, representada pelo advogado Everton Seidler, especialista em Direito Eleitoral, argumentou que tudo não passou de uma grande armação para prejudicar o então candidato, que o vídeo foi gravado de forma clandestina, criminosa e que os valores foram entregues como pagamento pelos serviços de cabo eleitoral, refutando qualquer alegação de compra de votos, o que foi acatado pelo juíz na sentença.
Prova considerada inválida
O juíz João Felipe Marcolina, responsável pelo caso, rejeitou a validade do vídeo apresentado como única prova. O magistrado destacou que a gravação ocorreu em ambiente privado sem autorização judicial, o que contraria entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF), conforme o Tema 979 de repercussão geral. No parecer do juiz consta ainda que, para caracterizar abuso de poder econômico, é necessário demonstrar que os atos praticados tiveram potencial para desequilibrar o pleito, o que não foi comprovado no caso.
Com base na análise das provas e no entendimento jurídico aplicado, o juíz substituto decidiu pela improcedência total da ação. A sentença extinguiu o processo com resolução de mérito, e as partes envolvidas foram notificadas. Não havendo recurso, o processo será arquivado.
Com isso, o vereador Marcelo Corona mantém sua elegibilidade e segue cumprindo seu mandato normalmente.
O advogado de defesa, Everton Seidler comentou a decisão do juíz e disse que a prova apresentada contra o vereador foi "forjada" e "inventada", na tentativa de incriminá-lo, com consequente cassação de mandato.
“Da conjuntura dos fatos, da simples gravação de um vídeo que embasou a acusação, nota-se que foi algo armado, algo primário que tentava, a todo custo, caçar o mandato de um vereador que foi legitimamente eleito pelo voto popular. Tá aí, feita a justiça mais uma vez, Marcelo Corona, vereador eleito absolvido da acusação leviana de compra de votos”, disse ele.
Já o vereador Marcelo Corona disse que sempre esteve com a consciência tranquila de que não havia cometido nenhum crime e que a justiça seria feita, que sua defesa iria conseguir provar a grande armação que fizeram para tentar lhe tirar o mandato. "Deus é maior, o resto é resto, disse.
Por - Assessoria
Nesta terça-feira (17), a Fundação Santo Antônio, mantenedora do Hospital Santo Antônio de Guraniaçu, inaugurou a ala Dom Mauro.
A obra que demandou muito planejamento e trabalho, finalmente está pronta e liberada para o uso. Os novos leitos permitirão o melhor atendimento a população de toda região, não apenas dos municípios de Guaraniaçu, Campo Bonito, Diamante do Sul e Ibema.
O nome Dom Mauro, foi dado para homenagear ao Arcebispo metropolitano Dom Mauro Aparecido dos Santos, que por muitos anos, até os últimos dias de sua vida, trabalhou para que o Hospital Santo Antônio se manteasse em funcionamento e atendendo a população da região.
A equipe do grupo Cantu de Comunicação, esteve presente na inauguração e vocês podem acompanhar no vídeo acima.
No inicio da manha desta quarta-feira (11), os Bombeiros Comunitários de Guaraniaçu, foram acionados para prestar atendimento em uma empresa as margens da BR 277.
No local, dois homens estavam feridos, após uma forma utilizada na produção de concreto cair sobre eles.
Os bombeiros juntamente com a equipe do SAMU socorreram as vitimas que tiveram fraturas nas pernas, e foram levados para atendimento medico, um deles teve fratura exposta no fêmur, e foi encaminhado para atendimento em Cascavel.
Na tarde desta sexta-feira, um grave acidente aconteceu no trevo de acesso ao município de Guaraniaçu, na Km 522 da BR 277.
Segundo informações um Cruze foi atravessar a via, quando acabou colidindo com um Corolla que rodou na pista vindo a atingir um caminhão.
As vitimas foram atendidas pela equipe da EPR, com ferimentos moderados e encaminhadas ao hospital Santo Antônio.
O acidente causou filas na BR 277, que agora segue com o transito lento.
Atenderam o acidente EPR, Bombeiros de Guaraniaçu e PRF.
Em breve atualização.
Na tarde de domingo (01), por volta das 16h, os Bombeiros Comunitários de Guaraniaçu foram acionados para atender a um acidente na BR 277, Km 527.
No local, três veículos acabaram colidindo, deixando 6 pessoas feridas. No veículo Strada, de Guaraniaçu, o condutor ficou preso as ferragens e foi retirado e encaminhado em estado grave para o hospital. No Fiesta duas pessoas ficaram em estado grave a também foram encaminhadas ao hospital em Cascavel.
Já no Peugeot, com placas de Laranjeiras do Sul, os três ocupantes recusaram o atendimento.
Prestaram atendimento a ocorrência, os bombeiros Comunitários de Guaraniaçu, SAMU e EPR.
Na manhã da terça-feira (27), por volta das 11h30, a Polícia Civil de Guaraniaçu foi acionada na comunidade Barra Bom Jesus para um achado de cadáver e possível homicídio.
A PCPR foi informada, por um morador que havia um corpo boiando as margens do rio Isolina, próximo ao sitio onde ele mora com seus familiares, e que achava que o corpo era de uma dos trabalhadores que estavam cortando lenha junto com a sua família.
No local, a PCPR juntamente com a criminalística e o IML de Cascavel, fizeram a retirada do corpo do rio, o qual estava nu, com sangramento no rosto, nariz e boca, sem os olhos e com vários ferimentos de pancadas na cabeça. Além disso, haviam queimaduras no peito e nas pernas.
O corpo foi enviado ao IML para a pericia e posteriormente foi liberado para a família. Ele foi identificado como José Valmir dos Santos.
A PCPR segue com as investigações para a identificação do autor ou autores do crime.