Uma aposta de São Paulo (SP) acertou as cinco dezenas sorteadas hoje no concurso 6699 da Quina e levou um prêmio de R$ 2.295.129,73.
Os números sorteados foram 08-13-41-48-78.
O próximo concurso será realizado na segunda, com prêmio estimado de R$ 600 mil.
Houve 44 jogos vencedores com quatro acertos; cada um deles ganhou R$ 8.776,49.
3.867 apostas acertaram três números e faturaram R$ 95,10 cada uma.
95.561 apostas com dois acertos levaram R$ 3,84.
Como participar do próximo sorteio da Quina?
Você pode escolher de cinco a 15 números de 1 a 80. As apostas precisam ser feitas até uma hora antes do concurso, ou seja, as lotéricas credenciadas e o site oficial da Caixa vão registrar os jogos até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio.
Três apostas acertaram as 15 dezenas da Lotofácil válidas pelo concurso 3361 na noite de sábado (05), sendo ganhadoras de um prêmio de cerca de R$ 578.328,10 mil cada. Os vencedores são de Santa Isabel do Pará (PA), Coroados (SP) e Piracicaba (SP).
Os números sorteados foram: 08 – 22 – 09 – 16 – 10 – 05 – 24 – 20 – 23 – 11 – 02 – 17 – 18 – 13 – 01. O valor do prêmio sorteado foi de R$ 1,8 milhão.
Confira as apostas premiadas no concurso 3361:
- 15 acertos: 3 apostas ganhadoras, ganhadoras de R$ 578.328,10 cada;
- 14 acertos: 306 apostas ganhadoras, recebedoras de R$ 1,698,35 cada;
- 13 acertos: 9931 apostas ganhadoras, cada uma recebendo R$ 30;
- 12 acertos: 123.635 apostas ganhadoras, cada uma ganhadora de R$ 12;
- 11 acertos: 669.165 apostas ganhadoras, cada uma receberá R$ 6.
As apostas na Lotofácil podem ser feitas até às 19h do dia do sorteio nas lotéricas credenciadas e no site oficial da Caixa. A menor aposta agora custa R$ 3.
Os sorteios ocorrem de segunda a sábado. Podem ser escolhidas entre 15 e 20 dezenas dos 25 números disponíveis.
Por InfoMoney
As seis dezenas do concurso 2.849 da Mega-Sena serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 60 milhões.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Por Agência Brasil
Corinthians e Vasco se enfrentam pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro neste sábado, a partir das 18h30 (de Brasília). O duelo entre paulistas e cariocas será disputado na Neo Química Arena.
Mandante do confronto, o Corinthians chega ao duelo sob dúvidas. Afinal, no meio da semana, a equipe foi surpreendida e derrotada pelo Huracán por 2 a 1, na estreia da Copa Sul-Americana. De quebra, o Timão deu adeus à sequência invicta de 23 jogos ao lado de seu torcedor.
O Vasco, por sua vez, estreou no Campeonato Brasileiro com uma boa vitória de virada sobre o Santos por 2 a 1, em São Januário. Na quarta-feira, porém, voltou de Arequipa, no Peru, com um empate amargo em 3 a 3 contra o Melgar, pela primeira rodada da Copa Sul-Americana. A equipe de Fábio Carille chegou a estar vencendo por 3 a 1, mas cedeu o empate com dois gols na reta final do confronto.
Corinthians
Ainda sem contar com Rodrigo Garro e Hugo Souza, entregues ao departamento médico, Ramón Díaz vai manter Matheus Donelli no gol. No meio-campo, Igor Coronado pode ganhar uma chance na vaga do atacante Romero, titular na terça-feira diante do Huracán. O treinador argentino provavelmente terá a volta de Fabrizio Angileri, que trabalhou com bola na sexta-feira.
Vasco
O Vasco retornou do Peru, onde fez sua estreia na Copa Sul-Americana na última quarta-feira, e foi direto para São Paulo. Fábio Carille comandou apenas duas atividades com o grupo de jogadores na capital paulista, mas a boa notícia é de que não há novos problemas clínicos para o confronto contra o Corinthians. O treinador tem todo o grupo que viajou para Arequipa à disposição. Apenas David e Estrella, que seguem em tratamento de suas respectivas lesões, estão fora do duelo.
Por Globo Esporte
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso de suplementos alimentares contendo ora-pro-nóbis. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina ainda o recolhimento dos produtos.

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares.
“Para um ingrediente específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe por uma avaliação de segurança e eficácia”, destacou a agência no comunicado.
Isso significa que empresas interessadas em comercializar o produto devem comprovar, de forma científica, que ele é fonte de algum nutriente ou substância de relevância para o corpo humano.
“Suplementos alimentares não são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como tratamento, prevenção ou cura de doenças. Os suplementos são destinados a pessoas saudáveis. Sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.”
A medida, segundo a Anvisa, não afeta o consumo ou a comercialização da planta fresca, que tem tradição de uso na alimentação, sobretudo nos estados de Goiás e Minas Gerais.
Por - Agência Brasil
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relaciona a taxa elevada de trabalho informal no país com a queda da capacidade do Estado de garantir o cumprimento da legislação trabalhista. A nota técnica se chama “Crescimento sem formalização do trabalho: déficit de capacidade fiscalizatória e necessidade de recomposição da burocracia especializada”.

Antes de 2022, o padrão era de que a redução do desemprego fosse acompanhada pelo aumento da taxa de formalização do trabalho. Ou seja, mais pessoas com a Carteira de Trabalho assinada. A exceção foi o período da pandemia de covid-19.
Em 2024, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego atingiu os menores níveis desde 2012: 6,6%. Mas a taxa de informalidade chegou a 31,77%, o maior percentual do período.
O Ipea destaca o número insuficiente de auditores fiscais do trabalho, ligados ao Ministério do Trabalho e Emprego (MET), para garantir que empregadores respeitem os direitos trabalhistas dos funcionários. Entre 2012 e 2024, o número de trabalhadores assalariados cresceu 11,4%. No mesmo período, o número de auditores do trabalho caiu 34,1%.
Em números absolutos, em 2012 eram 19.038 trabalhadores assalariados por auditor. Em 2024, a proporção cresceu 79,95%, passando a ser de 34.260 trabalhadores por auditor, número inferior ao recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que é de 10 ou 15 mil trabalhadores por auditor.
O técnico de planejamento e pesquisa do Ipea Felipe Pateo, autor do estudo, diz que a fiscalização dos auditores tem dois efeitos. Um direto, de fazer com que trabalhadores sem carteira assinada passem a ter o registro depois de uma ação fiscal, e um indireto, em que o risco de ser fiscalizado faça com que empregadores não cometam irregularidades.
“Esse risco, no entanto, caiu ao longo dos anos. A chance de um estabelecimento com empregados ser fiscalizado caiu de 11,3% para 3,8% entre 2017 e 2023, de forma que o receio em ser fiscalizado passa a ser um terço do que foi no período anterior”, diz Felipe.
Segundo o estudo do Ipea, se forem contratados 1.800 novos auditores fiscais do trabalho, que é todo o cadastro de aprovados do Concurso Público Nacional Unificado, a arrecadação previdenciária e de multas administrativas aumentará para R$ 879 milhões. O valor é superior ao custo anual com as contratações de funcionários, calculado em R$ 560 milhões.
O concurso para auditor fiscal do trabalho 2024-2025 convocou até agora 900 pessoas aprovadas nas vagas previstas em edital. Outros 900 estão no cadastro de reserva.
“Potenciais restrições orçamentárias não deveriam ser argumentos dominantes quando se considera a necessidade de recomposição da capacidade do Estado brasileiro de garantir a correta regulação do mercado de trabalho e a proteção do trabalhador em sintonia com a legislação trabalhista vigente no país e os critérios técnicos internacionais”, afirma o estudo.
A reportagem da Agência Brasil procurou o Ministério do Trabalho e Emprego e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) para comentarem o tema. Nenhum dos dois respondeu até o momento.
Por - Agência Brasil


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