Um guarda civil foi preso, conforme informou a Polícia Civil nesta segunda dia 07, sob suspeita de estuprar o amigo do próprio filho, um menino de 9 anos, em Aparecida de Goiânia, em Goiás.
Conforme a delegada Caroline Braga, responsável pelo caso, os abusos recorrentes foram cometidos quando a vítima brincava na casa do suspeito, no bairro de Jardim Olímpico.
"O autor se aproveitava que o menino estava na casa, pedia para ele ir a um quarto e cometia os atos libidinosos. Segundo a vítima, os atos não ocorriam na presença do filho do guarda", contou Braga, ao G1.
As investigações apontam para pelo menos três abusos, cometidos em novembro de 2016. A família dele formalizou as denúncias na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) em março deste ano. Segundo a delegada, os pais do menino temiam o guarda civil.
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"A vítima não quis ir mais à casa do vizinho e a mãe estranhou", explicou a delegada, informando que, após ser questionado pelos pais, o menino acabou contado o que aconteceu. "Aí foram conversar com o autor, que os intimidou. Eles mudaram de cidade. Os professores da nova escola chamaram os pais porque ele ficava chorando, e os pais decidiram denunciar o guarda", detalhou.
O guarda civil, que havia se mudado para Goiânia, teve a prisão preventiva decretada em mandado cumprido na última sexta dia 04. Em depoimento, o suspeito confirmou que o filho era amigo da vítima, mas negou os abusos. Encaminhado ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, o guarda deve ser indiciado por estupro de vulnerável.
A delegada investiga ainda denúncias de outras mães ouvidas no inquérito. Em depoimentos, elas disseram que os filhos abusados pelo suspeito em 2006, quando tinha seis anos. Na ocasião, as duas teriam prestado queixa e submetido as crianças a exames de corpo de delito no IML, mas também ficaram com medo. A Guarda Civil Metropolitana informou, em nota, que "vai esperar a conclusão dos autos para tomar as providências cabíveis que o caso requer".
Em nota divulgada nesta segunda dia 07, os Correios confirmaram que estão realizando estudos para reduzir o número de agências da empresa.
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo afirma que a empresa fechará 513 agências, o que resultará em demissão de 5,3 mil funcionários.
"Os Correios esclarecem que a empresa vem realizando estudos pormenorizados de readequação de sua rede de atendimento, o que inclui não apenas a sua rede física de atendimento como também novos canais digitais e outras formas de autosserviços", disse o presidente dos Correios, Carlos Fortner, através da sua assessoria de imprensa.
A empresa não confirmou o número de agências que serão fechadas.
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"Especular prematuramente a respeito de números sem conhecer o projeto de remodelagem da rede de atendimento não é apenas irresponsável e leviano: é uma prestação, antes de mais nada, de um desserviço ao cidadão. As conclusões alcançadas pelos estudos necessários a este projeto somente serão divulgadas após a exaustiva avaliação interna dos Correios e externa pelos órgãos competentes, processo este ainda em curso", diz o texto.
De acordo com os Correios, o objetivo da readequação é tornar a empresa mais ágil e competitiva.
"Dentre os objetivos deste projeto está contemplada a modernização da empresa para torná-la mais ágil, competitiva e sustentável, gerando não apenas benefícios para a sociedade como também resultados para o seu acionista controlador: o Tesouro Nacional. É o mínimo que se espera de qualquer empresa que se proponha a prestar serviços de qualidade."
Para o secretário geral da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios), José Rivaldo da Silva, a movimentação faz parte de uma estratégia da atual administração de precarização da empresa para posterior privatização.
"Estamos solicitando uma reunião com o presidente da empresa e vamos conversar com sindicatos do Brasil inteiro para ver se tomamos uma medida mais enérgica", disse. "Acreditamos que toda essa construção que está sendo feita pela direção da empresa, de demissões, fechamento de agências e cargos de extinção, é uma precarização para justificar uma privatização lá na frente".
Em 2017, os Correios tiveram um prejuízo de R$ 1,5 bilhão, provocado principalmente pelas perdas do seu plano de saúde, o Postal Saúde.
O medalhista olímpico Diego Hypólito voltou a falar nesta segunda sobre o escândalo de abuso sexual na ginástica artística.
O atleta de 31 anos disse que finalmente tem uma sensação de alívio por ter tido coragem de expor os traumas da infância.
"Precisei de ajuda para começar a responder as coisas que aconteciam comigo. Agora tenho uma sensação de alívio que não consigo explicar. O mais importante não é o que aconteceu, porque isso já faz parte do passado. A gente tem que alertar os pais para terem mais acesso aos filhos e se preocupar para que isso não aconteça mais", disse em entrevista ao programa Encontro com Fátima Bernardes, da Globo.
Hypólito afirmou que nunca teve coragem de falar aos seus pais sobre o abuso sofrido durante as competições e treinamentos na ginástica artística. "Eles eram de origem muito humilde. Por minha causa se mudaram para o Rio de Janeiro. Não sabia como falar sobre isso com eles. Não é algo que tenho orgulho. Não é fácil de lidar. É muito difícil de expor", prosseguiu.
Os abusos, ele contou, aconteceram entre os 9 e 12 anos. Na época, os atletas mais velhos e os técnicos forçavam os ginastas mais jovens a "pagar castigos", como pegar uma pilha com o ânus. Também obrigavam os calouros a ficar dentro de equipamentos de ginástica de madeira, que servem para os atletas treinarem saltos, em um ambiente escuro e asfixiante.
"Isso me abala até hoje. Comecei a fazer tratamento porque chegou um momento que não conseguia nem mais entrar em shopping. Também não tinha coragem de entrar em programa de auditório porque não tinha janela. Tinha pânico de ficar sufocado", afirmou.
A coragem para falar sobre o assunto só veio depois que uma denúncia contra Fernando de Carvalho Lopes, ex-técnico da seleção brasileira masculina de ginástica artística, se tornaram públicas. Lopes é acusado de assediar mais de 40 ginastas ao longo de sua carreira.
Medalhista de prata na Olimpíada do Rio-2016 e bicampeão mundial no solo, Hypólito prestou depoimento na última sexta-feira na Delegacia da Mulher, da Criança e do Adolescente (DDM) de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, sobre o caso. Lopes foi seu técnico na seleção brasileira entre 2014 e 2016.(Com Estadão)
O prazo para renovar o contrato do primeiro semestre de 2018 do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) foi prorrogado para o dia 10 de maio. Inicialmente, os estudantes tinham até o dia 30 de abril para fazer a renovação.
Os contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de ensino e depois as informações devem ser validadas pelos estudantes no SisFies (Sistema Informatizado do Fundo de Financiamento Estudantil). Neste semestre, cerca de 1,1 milhão de contratos devem ser renovados.
No caso das renovações que tenham alguma alteração nas cláusulas do contrato, o estudante precisa levar a nova documentação ao agente financeiro - Banco do Brasil ou Caixa Econômica Federal - para concluir a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.
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De acordo com o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), o tempo para renovação foi ampliado devido a instabilidades no sistema SisFies em função do grande número de acessos.
O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. Os estudantes que ingressaram no programa a partir de 2018 aderiram ao Novo Fies que divide o programa em diferentes modalidades, possibilitando juros zero e uma escala de financiamentos que varia conforme a renda familiar do candidato. (Com Massa News)
O presidente interino dos Correios, Carlos Fortner, declarou que a decisão de fechar agências próximas umas das outras está mantida, mas que ainda analisa quais terão as atividades encerradas.
No sábado, a Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, revelou que a diretoria da empresa aprovou em fevereiro, em reunião sigilosa, proposta de fechamento de 513 agências e demissão de servidores. Fortner nega que o número esteja fechado. Diz que pode aumentar ou diminuir a depender do estudo que ele mandou fazer e que pode ficar pronto nesta semana. Ele quer analisar uma a uma as agências que estão na lista da degola.
"Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante
Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso", diz. Sobre demissões, ele afirma: "Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim a liberação de excedente de mão de obra." Filiado ao PSD, mesmo partido do ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, Fortner diz não saber quando será efetivado no cargo.
A diretoria dos Correios e o conselho de administração aprovaram proposta de fechamento de agências e demissões dos servidores no início do ano. O senhor era um dos vice-presidentes que aprovaram a proposta. Quando as agências começam a ser fechadas? O documento fala a partir de maio.
Vou avaliar uma por uma ainda. Estarei recebendo nesta semana as fichas de cada uma dessas agências. Nós vamos avaliar todas elas. Ao fim, tudo isso será repassado para o Ministério das Comunicações e para o Ministério do Planejamento também. Terá uma apresentação ao TCU. Esse prazo de maio que está indicado é um cronograma tentativo. Para mim, é algo que ficará só a partir do segundo semestre.
Quantas agências serão fechadas? O documento fala em 513.
Quando foi apresentada a primeira tabela aprovou-se um número de 513. Originalmente eram 752. Depois abaixou. Eu pedi um aprofundamento para a área responsável. Quero que me convençam de uma a uma. Hoje estamos revisando todo o estudo para se chegar a uma planilha conclusiva. Ainda não temos essa planilha. É algo que não deveria ter sido vazado. Vamos abrir uma sindicância interna para apurar o vazamento (a Coluna divulgou cópia da proposta aprovada).
O senhor pediu o reestudo para quem?
Para a área técnica. É um ato discricionário meu e foi informado aos vice-presidentes. As agências que tivermos dúvidas quanto à rentabilidade ou o impacto que o fechamento pode causar na região sairão da lista.
O senhor vai regovar a decisão que foi tomada?
Não. O que eu vou fazer é analisar agência por agência. Não houve naquele momento apresentação da lista (de agências).
Houve sim. O documento aprovado indica as agências num anexo, define cronograma a partir de maio para iniciar o fechamento delas e fala em demissões.
Sem dúvida. A diretoria da área fechou o estudo das 513 agências. Nós validamos o estudo (na reunião de diretoria e depois pelo conselho de administração) e, a partir dali, eu entendi que era necessário conhecer agência por agência.
Qual o critério para fechar as agências?
Eu tenho agência que está espalhada a 50 metros uma da outra. Não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer se atualizar, que quer estar saudável, ter uma agência a 50 metros uma da outra, gastando com dois imóveis e assim por diante. Eu pedi que, a partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão 500, talvez termine com 400 agências, não sei, vou avaliar uma por uma ainda.
Haverá etapas?
Pedi para separar em fases. A primeira é agência própria que sombreia (está próxima de) agência própria que funciona em imóvel alugado. Eu não vou manter com dinheiro público uma agência que sombreia a outra em cima de um imóvel alugado. Eu devolvo o imóvel e ainda corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa. Absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que eu tenho agências com pouco movimento e tenha outra próxima que possa permitir o deslocamento aceitável das pessoas não tem por que manter a agência aberta.
No documento aprovado, inclusive pelo senhor, fala-se em demissão sem a qual não teria rentabilidade para os Correios.
De fato não consegue. Evidentemente que o fechamento da agência, no limite, vai implicar sim liberação de excedente de mão de obra. É inevitável. Quanto é o excedente hoje? Esse número de 5 mil pessoas é para todo o universo de 752 agências, o primeiro número (proposto pela consultoria). Tudo isso ainda tem tanto a amadurecer. Eu mesmo pedi para separar por Estado, quero saber os dados do município, qual a agência mais próxima. Quero saber quantos quilômetros leva para a pessoa se deslocar de uma agência que será fechada para outra.
O senhor vai revogar a decisão da diretoria de fechar as agências?
No momento em que eu assumi a presidência (ele ocupa o cargo interinamente desde abril) eu solicitei o reestudo do trabalho todo. Não é uma questão de revogar o trabalho. O fechamento de agências sombreadas é uma decisão que vai ser tomada, sim. Se é agora, no segundo semestre ou daqui a um ano faz parte de um projeto para que se possa ter uma empresa saudável. Não adianta eu ter uma agência perto da outra. Copacabana (RJ) tem agências a um quarteirão da outra. Não faz o menor sentido isso.
Em Minas está incluída na lista de fechamento a agência central de Belo Horizonte.
Eu não tenho essa definição. Esse cronograma que está definido a partir de maio é um erro da área técnica que fez isso. Tá errado. Vou dividir isso em fases. Vamos fazer por Estado, por fases. A primeira fase é agência própria sombreada por agência própria em imóvel alugado. Num segundo momento é agência própria sombreada por agência própria num imóvel próprio. Num terceiro momento são agências próprias sombreadas por agência franqueada.
Quando sai a lista definitiva das agências que serão fechadas?
Dei prazo para finalizarem esse trabalho que já venceu duas vezes. Paciência. Tá dando prejuízo? Tá dando. Mas eu vou tomar a decisão ciente, tranquilo de que a tomada (sobre quais fechar) foi correta.
O senhor tem um limitador da lei eleitoral e não pode fazer demissões depois de junho.
Se eu não conseguir fazer agora eu vou respeitar a lei eleitoral. O que eu posso fazer? Não é uma empresa privada. O vazamento estraga o projeto. É um trabalho que estava sendo feito com todo cuidado.
Por que não foi feita uma audiência pública para ouvir a sociedade?
Não tem isso. É um ato discricionário do gestor. Imagina se cada decisão que eu for fazer eu tenho que chamar audiência publica. Isso não existe. Vai ser conversado com os prefeitos onde vai haver fechamento. Uma coisa é eu ver o mapa do Google. É diferente de o município me dizer. Há necessidade de uma sensibilidade maior na definição das agências. Existe um projeto de redesenho da rede de atendimento aonde esse projeto vai ser implementado sim. Agora vamos ver agência por agência, entender o impacto qualitativo em cada uma delas.
A medida vai favorecer os franqueados?
Não há favorecimento aos franqueados. Em alguns casos pode até ser que a agência seja absorvida por uma dessas. As franqueadas prestam um bom serviço ao parceiro. Fazem parte da rede de atendimento.
O senhor diz que a decisão do fechamento das agências está tomada, foi o que publicamos. O que vocês estão avaliando e quais são as agências que serão fechadas a partir de uma nova lista. É isso?
Não. Ela está baseada na lista (aprovada em fevereiro pela diretoria), sim. Pode ser que dessa lista saiam agências ou entrem agências. Por que está baseada nessa lista? Porque ela foi levantada a partir dos estudos da consultoria. No projeto de reestruturação da empresa já estava previsto a remodelagem. Não é novidade.
A novidade é que vocês aprovaram o fechamento a partir de maio.
Nós estamos fazendo isso com cuidado. Não é uma decisão simplesmente de caráter econômico. Vamos revisar agência por agência. Teremos dia 8 uma reunião na Secretaria de Planejamento onde esse tema tem sido recorrente. Estou sendo cobrado. Mas fazer o quê? Não ficou maduro para maio. Não vou fechar agência a torto e direito.
Pela reavaliação que o senhor diz estar fazendo, quantas agências serão fechadas?
Não sei ainda. Se eu falo cria uma expectativa. A gente está identificando que cabem outras agências que não estão na lista (de 513). Podem ser mais, podem ser menos.
O senhor disse que numa primeira etapa não haverá demissões.
Tem uma série de etapas antes de chegar à demissão motivada, onde se oferece ao atendente a oportunidade de ele trabalhar em outra áreas. Na primeira etapa (fechar agência sombreada que funcionada em prédio alugado próxima de outra) não tem demissão. Pelo estudo ainda preliminar são umas 60.
O documento que vocês aprovaram não fala de etapas. Diz que sem demissão não tem rentabilidade.
No limite é exatamente isso. Mas se o pessoal se dispuser em trabalhar em outra área a gente aproveita. (Com Terra)
Pelo menos mais 13 dias serão necessários para o Corpo de Bombeiros chegar ao segundo subsolo do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no dia 1° de maio, para garantir que não resta nenhuma vítima sob os escombros.
Os trabalhos de busca por cinco desaparecidos já duram seis dias. Ainda estão sendo procurados um casal e uma mãe com os dois filhos gêmeos. Neste momento, 49 bombeiros atuam na operação.
De acordo com o tenente Guilherme Derrite, porta-voz do Corpo de Bombeiros, estão sendo utilizadas duas retroescavadeiras e uma escavadeira com uma espécie de gancho na ponta, chamada de mordedor hidráulico, que auxilia na movimentação do concreto para retirada de ferros retorcidos. Oito caminhões retiram os escombros do local.
São duas frentes de atuação do Corpo de Bombeiros: uma equipe de busca e resgate em estruturas colapsadas e outra fazendo rescaldo e resfriamento da estrutura. Derrite destacou que a todo momento o trabalho das máquinas é acompanhado pela equipe de resgate e, caso seja identificado alguma evidência dos desaparecidos, é iniciada a busca manual.
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O tenente exemplificou que, quando as cadelas da corporação indicaram o provável local do corpo de Ricardo Pinheiro, 39 anos, foram necessárias 22 horas até que ele fosse encontrado. "Tivemos que tirar 8 metros de entulho até chegar ao corpo do Ricardo", disse o tenente. Ricardo morreu quando já estava sendo resgatado pelos bombeiros. A identificação do corpo foi possível após realização de exame com as impressões digitais, segundo a Secretaria Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
Guilherme Derrite destacou que, por enquanto, a operação deve continuar no mesmo formato. "A linha mestra é o resfriamento, ele tem que ocorrer. Uma mudança estratégica grande é muito difícil. O que pode ocorrer é uma ou outra alteração tática", explicou Derrite. Entre as alterações táticas está, por exemplo, a movimentação das linhas de mangueira.
Por entre o morro de concreto, é possível visualizar parte de roupas dos sobreviventes da tragédia. O trabalho das máquinas não para e uma fumaça branca ainda sai dos escombros. "É parte do trabalho de resfriamento que está sendo feito", explicou Derrite. (Com Terra)





















