Brasileirão: Grêmio x Atlético-MG

Grêmio e Atlético-MG se enfrentam neste sábado, às 18h30min, na Arena, em duelo da 1ª rodada do Campeonato Brasileiro.

É a primeira vez que a torcida tricolor poderá ver o time do técnico Gustavo Quinteros após a perda do Campeonato Gaúcho. O técnico pediu tempo para trabalhar e teve as últimas duas semanas livres. Agora, será cobrado por resultados. A expectativa é fazer um Brasileirão melhor do que no ano passado, quando brigou contra o rebaixamento. Reformulado, o elenco teve 10 contratações e 18 saídas.

O Atlético-MG chega ao Brasileirão depois de se tornar hexacampeão em Minas Gerias. Em 2024, amargou um fim de ano melancólico ao perder as duas finais — Copa do Brasil e Libertadores — e disputar a última rodada com chance de rebaixamento. Milito saiu. Cuca retornou à equipe. Junto do comando técnico, uma reformulação com 13 saídas e 10 chegadas.

 

Grêmio

A tendência é que Gustavo Quinteros opte por uma escalação semelhante à utilizada no segundo jogo da final do Gauchão — o empate em 1 a 1 com Inter —, quando o desempenho da equipe foi avaliado internamente como positivo. A diferença deve ser Arezo no lugar de Braithwaite, lesionado, no comando de ataque.

 

Atlético-MG

Cuca tem o retorno de Hulk e Júnior Santos, que foram liberados do departamento médico. João Marcelo e Victor Hugo estão na lista de relacionados. A tendência do treinador é de repetir o time que vinha jogando no Estadual, com a dúvida se Hulk começa ou não de titular.

 

 

 

 

 

Por Globo Esporte

 

 

Brasileirão: Cruzeiro x Mirassol

Depois de longo período sem jogos, Cruzeiro e Mirassol voltam a campo neste sábado, às 18h30 (de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte. Os times se enfrentam pela primeira rodada da edição 2025 da Série A do Campeonato Brasileiro.

Eliminado nas semifinais do Campeonato Mineiro, o Cruzeiro passou mais de um mês sem disputar jogos oficiais. O time do técnico Leonardo Jardim usou o período de preparação fazendo amistosos e jogos-treino antes de estrear no Brasileirão. O Cruzeiro ainda busca a primeira vitória em jogos oficiais sob comando de Leonardo Jardim, que estreia no Brasileirão após dois empates e uma derrota no Mineiro. Em mais de um mês sem jogos, foram cinco testes não-oficiais, entre os quais se destacam os duelos com Bragantino e Botafogo. Ambos terminaram empatados.

O Mirassol, que fará sua primeira partida na história do Brasilerião, encerrou sua participação no Paulistão em meio a uma sequência de sete jogos sem vencer e entra em campo depois de quase um mês tentando melhorar também o seu desempenho fora de casa. Na temporada, o time amarelo e verde venceu dois jogos e perdeu cinco. O aproveitamento é de menos de 30%, e o duelo deste sábado marcará a estreia do técnico Rafael Guanaes.

 

Cruzeiro

O treinador realizou muitos testes na equipe durante o período sem jogos, mas a base que mais teve sequência foi aquela utilizada diante de Botafogo e Bragantino. A escalação deste sábado, aliás, deve ser a mesma que começou o amistoso em Bragança, há uma semana. Matheus Pereira e Bolasie voltam a ficar à disposição, mas para o decorrer da partida.

 

Mirassol

Contratado após o fim do Paulistão, Rafael Guanaes mostrará o que pensa para o Mirassol neste Brasileirão pela primeira vez. O técnico tem comandado treinos vigorosos - e por vezes até curtos, com foco na intensidade - e deve exigir bastante da equipe fisicamente.

Na sua estreia, o treinador terá seis desfalques por lesão, além de Rafa Silva, que cumpre suspensão de quatro jogos por uma expulsão em 2024, quando defendia justamente o Cruzeiro. Os demais reforços anunciados pelo clube nas últimas semanas estão à disposição.

 

 

 

 

 

Por Globo Esporte

 

 

Brasileirão: São Paulo x Sport

São Paulo e Sport começam sua caminhada na edição de 2025 do Campeonato Brasileiro neste sábado, às 18h30 (de Brasília) no estádio do Morumbis.

Eliminado na semifinal do Paulistão, o São Paulo ficou por quase 20 dias sem entrar em campo, numa longa preparação da equipe comandada pelo técnico Luis Zubeldía. Sexto colocado no campeonato do ano passado, o Tricolor passou por uma reformulação que contou com várias saídas e algumas poucas chegadas. Oscar, Cédric Soares, Enzo Díaz e Wendell reforçam o time na busca pelo título.

Finalista do Campeonato Pernambucano, que tem o segundo duelo contra o Retrô marcado para a próxima quarta-feira, o Sport está de volta à elite do Brasileirão depois de terminar a Série B do ano passado em terceiro, atrás de Santos e Mirassol. O momento do Leão, no entanto, não é bom. Diferentemente do adversário paulista, a rotatividade de jogos no Rubro-negro foi alta no primeiro trimestre, com o time ainda em busca de uma identidade.

 

São Paulo

Zubeldía não conta com dois jogadores fundamentais para o São Paulo: Lucas Moura e Oscar. O camisa 7 sofreu um trauma no joelho direito na semifinal contra o Palmeiras e desde então vem tratando as dores. Ele não jogará também a estreia da Libertadores, quarta-feira, contra o Tallares, em Córdoba. Oscar, por sua vez, teve diagnosticada uma pequena lesão na coxa esquerda.

 

Sport

Depois de rodar o time nas 21 partidas disputadas na temporada, Pepa tem a chance de colocar o melhor do que há em mãos no momento. Apostar no elenco considerado "titular". Mesmo o português tendo perdido Titi Ortíz e Dalbert, ambos por lesão na panturrilha, Rodrigo Atencio, em recuperação de fratura no pé, e Gonçalo Paciência, com desconforto muscular, para a estreia.

 

 

 

 

 

Por Globo Esporte

 

 

Prévia da carga tributária sobe para 32,32% do PIB em 2024

A prévia da carga tributária (peso dos impostos e demais tributos sobre a economia) subiu para 32,32% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, divulgou nesta sexta-feira (28) o Tesouro Nacional. Em 2023, o mesmo indicador tinha atingido 30,26%, diferença de 2,06 pontos percentuais.

Segundo o Tesouro, vários fatores pesaram para o aumento da carga tributária. O principal foi o crescimento da economia, que aumentou a arrecadação dos tributos sobre bens e serviços em 0,81 ponto percentual do PIB em nível federal no ano passado. Somente a arrecadação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), tributo diretamente ligado às vendas, subiu 0,42 ponto.

No caso da alta do dólar, os preços mais caros das mercadorias importadas ajudaram a reforçar a arrecadação do Programa de Integração Social (PIS), da Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O fim da isenção de PIS/Cofins sobre o diesel e o gás de cozinha, que voltaram às alíquotas normais em janeiro de 2024, também influenciaram a comparação.

Outro fator que ajudou a elevar a carga tributária foi o aumento de 0,5 ponto percentual do PIB na arrecadação de tributos relacionados à renda, ao lucro e a ganhos de capital. A principal medida foi a tributação dos fundos exclusivos e das offshores, empresas de investimento no exterior, que entrou em vigor no fim de 2023..

Em 2024, a arrecadação de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) subiu 0,38 ponto percentual do PIB. As receitas com a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) avançaram 0,06 ponto percentual.

Em âmbito estadual, a receita do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo que mais arrecada no país, aumentou 0,46 ponto percentual do PIB em 2024. Segundo o Tesouro Nacional, isso se deve ao fim da desoneração sobre combustíveis e à recuperação da economia, que impulsionou as vendas.

Na esfera municipal, a receita do Imposto sobre Serviços (ISS) subiu 0,09 ponto percentual do PIB, impulsionada pelo crescimento de 3,1% no volume de serviços em 2024.

Esferas de governo

A carga tributária do governo federal subiu 1,5 ponto percentual em 2024, de 19,93% para 21,43% do PIB. O peso dos impostos estaduais avançou 0,45 ponto, de 7,58% para 8,03% do PIB. Nos governos municipais, a arrecadação de impostos subiu 0,11 ponto percentual, de 2,28% para 2,39% do PIB, puxada por aumentos no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

Classificação econômica

Ao somar os três níveis de governo (federal, estadual e municipal), os Impostos sobre bens e serviços subiram 1,37 ponto percentual do PIB em relação a 2023, passando de 12,54% para 13,91%. Em seguida estão os Impostos sobre renda, lucros e ganhos de capital, com 9,09% do PIB, alta de 0,5 ponto em relação ao ano anterior.

A arrecadação dos impostos sobre a propriedade subiu 0,01 ponto, de 1,7% para 1,71% do PIB. A receita dos impostos sobre a folha de pagamento e a mão de obra caiu 0,01 ponto, de 0,31% para 0,3% do PIB. Por causa da alta do dólar, os impostos sobre o comércio externo e as transações internacionais avançaram 0,13 ponto, de 0,53% para 0,66% do PIB.

O peso das contribuições sociais sobre o PIB subiu de 6,59% para 6,65% do PIB. A alta de 0,06 ponto percentual foi motivada principalmente pela arrecadação da contribuição para a Previdência Social, que subiu de 5,23% para 5,29% do PIB, puxada pela recuperação do mercado de trabalho.

Todo mês de março, o Tesouro divulga uma estimativa própria da carga tributária do ano anterior. Segundo o Ministério da Fazenda, a elaboração de uma prévia da carga tributária é necessária porque os dados são incluídos na prestação de contas da Presidência da República. O número oficial, divulgado pela Receita Federal, só sai ao longo do segundo semestre.

 

 

 

Por Agência Brasil

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