Mega-Sena sorteia nesta quarta dia 19, prêmio de R$ 170 milhões

Acumulada há 14 concursos, a Mega-Sena sorteia nesta quarta dia 19, prêmio estimado em R$ 170 milhões.

 

O sorteio das seis dezenas do concurso 2.235 será realizado a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

 

O sorteio é aberto ao público, que pode acompanhar também pelo Facebook e canal Caixa no Youtube.

 

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio, caso aplicado na poupança, poderia render aproximadamente R$ 440 mil por mês.

 

"O concurso 2.235 tem premiação maior por ter final 5. Concursos da Mega-Sena com final 0 e 5 têm premiações mais atrativas, porque parte da arrecadação de outros concursos é reservada a eles".

 

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, em todo o país. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50. (Com Agência Brasil)

 

 

 

Mortes por novo coronavírus passam de 2 mil na China

Autoridades sanitárias chinesas informam que mais 136 pessoas infectadas pelo novo coronavírus morreram nessa terça dia 18, principalmente na província de Hubei, elevando o número total de mortes no país para 2.004.

 

Mais 1.749 infecções foram confirmadas. O número total de casos na China continental, confirmados por testes em laboratórios ou diagnóstico clínico, é superior a 74 mil.

 

Um jornal ligado ao Partido Comunista Chinês criticou a resposta inicial das autoridades locais ao surto.

 

Pesquisa


O Global Times divulgou ontem os resultados de pesquisa feita por uma equipe do Centro Chinês de Prevenção e Controle de Doenças.

 

A equipe afirma ter descoberto que mais de 5 mil pessoas começaram a apresentar sintomas do novo coronavírus durante o período de 10 dias até 20 de janeiro.

 

Entretanto, autoridades da província de Hubei iniciaram uma resposta em grande escala apenas após o presidente Xi Jinping apresentar instruções sobre o surto em 20 de janeiro. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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Especialista recomenda medicamentos antimalária contra coronavírus

O líder de uma equipe de especialistas da autoridade sanitária chinesa recomendou o uso de medicamentos antimalária para tratar pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

 

Zhong Nanshan disse a repórteres, nessa terça dia 18, que testes clínicos revelam que o fosfato de cloroquina é eficaz. Ele afirma que apesar de não ser um medicamento milagroso, pacientes que o tomaram tiveram teste negativo para o vírus em um período de 15 dias, sem efeitos colaterais graves.

 

Zhong também disse que o tratamento utilizando plasma sanguíneo de pacientes já curados é relativamente seguro e eficaz para aqueles em estado grave.

 

O governo chinês considera esse tratamento promissor e pede que as pessoas que receberem alta doem seu plasma. (Com Agência Brasil)

 

 

 

 

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FGV: economia brasileira cresceu 1,2% em 2019

O Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - cresceu 1,2% em 2019, segundo dados do Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV).

 

De acordo com a pesquisa, divulgada hoje (18), o resultado foi provocado, sob a ótica da demanda, pelos crescimentos de 2,7% na formação bruta de capital fixo (investimentos) e de 1,8% no consumo das famílias.

 

As importações também cresceram (1,4%) no período. As exportações, por outro lado, tiveram queda de 2,2% no ano.

 

Sob a ótica da produção, os três grandes setores (agropecuária, indústria e serviços) cresceram. A FGV não divulgou, no entanto, qual foi a taxa de crescimento de cada segmento.(Com Ag. Brasil). 

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Escola estadual de SP obriga aluno a usar uniforme escrito ‘empréstimo’

A Escola Estadual Germano Benencase Maestro, localizada na cidade de Americana, interior de São Paulo, fez um aluno usar uma camiseta da instituição com a palavra “empréstimo” nas costas. Isso porque o aluno não estava devidamente uniformizado. A foto viralizou nas redes sociais.

 

Segundo o que a mãe do estudante revelou ao G1, ela não tinha dinheiro para comprar o uniforme, e chegou a informar a direção que estaria esperando pelo depósito do Bolsa-Família.

 

“Crueldade, porque isso mexe com o psicológico da criança. Além de eu mandar um recado no caderno dele dizendo que eu ia comprar o uniforme no dia 20 com o Bolsa Família que eu recebo, né. E eu achei ridícula a atitude da diretora”, disse a mãe do garoto, Priscila de Lourdes Mobilom.

 

Ao G1, a dirigência regional de ensino disse que não concorda com o que a instituição fez e vai apurar o ocorrido.

 

A mãe ainda disse que a diretora conversou com ela e afirmou que a atitude era para servir de exemplo a alunos que tinham celulares de última geração, mas que não gastavam R$ 30 na camiseta. (Com G1). 

 
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Ministério Público pede transferência de esfaqueador de Bolsonaro

O Ministério Público Federal defendeu a transferência de Adélio Bispo de Oliveira do Presídio Federal de Campo Grande, onde o esfaqueador de Bolsonaro está detido desde o atentado, ocorrido em setembro de 2018. De acordo com a Procuradoria, a unidade prisional “não possui aptidão para execução de medida de segurança imposta pela Justiça”. Por isso, segundo manifestação da Procuradoria, a permanência de Adélio no presídio afronta a lei.

 

Em junho do ano passado, Adélio foi absolvido do crime contra o presidente pelo juiz federal Bruno Savino, de Juiz de Fora (MG), por ser considerado inimputável, ou seja, incapaz de responder pelos atos que praticou. O magistrado converteu a prisão preventiva do esfaqueador em internação psiquiátrica por tempo indeterminado.

 

De acordo com o Ministério Público Federal, a manutenção de Adélio no presídio de segurança máxima ao invés de um hospital de custódia ou instituição adequada implicaria violação à lei e poderia contribuir para o agravamento dos transtornos psíquicos sofridos pelo agressor.

 

A Procuradoria apresentou dois ofícios expedidos pela direção do presídio federal em Campo Grande, no qual a unidade reconhece a “falta de aptidão” para o caso Adélio e pede sua transferência para um “local adequado”.

 

Segundo o Ministério Público Federal, o Departamento Penitenciário Federal, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, informou que todas as unidades da União contam apenas com serviços de saúde de baixa e média complexidade, o que não é o caso de Adélio.

 

“Não se questiona a gravidade do ato praticado por Adélio, que visava em última instância atacar pilares fundamentais da democracia, como a liberdade de voto e o direito fundamental de ser candidato”, destaca a Procuradoria, em sua manifestação. “Entretanto, isso não pode servir de justificativa para adoção de soluções sem sustentáculo no ordenamento jurídico.”

 

Segundo o parecer do Ministério Público Federal “o que se pretende é salvaguardar a própria sociedade, permitindo que profissionais capacitados examinem continuamente a evolução da doença mental e da periculosidade de Adélio, de modo a impedir a sua desinternação antecipada”. (Com Estadão)

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