Na madrugada de quinta-feira (13), por volta das 01h50, a equipe da Polícia Militar de Cantagalo, com o apoio da patrulha rural, deslocou-se até o município de Virmond para atendimento de ocorrência de perturbação do sossego.
Ao chegar ao local indicado, constatou-se intensa movimentação de pessoas no lado externo de uma residência e, durante a aproximação policial, um indivíduo foi visualizado correndo em direção a uma janela e arremessando intencionalmente um objeto para o interior do imóvel.
O suspeito desrespeitou a voz de abordagem e evadiu-se pelos fundos, sendo alcançado em seguida e contido com o uso de força moderada e proporcional após recusar ordens legais.
Questionado sobre o objeto arremessado, o abordado relatou espontaneamente que se tratava de uma arma de fogo. Durante a vistoria no cômodo indicado, foi localizado um revólver calibre .38 contendo munições intactas e deflagradas.
Diante da situação e de informações prévias indicando disparos de arma de fogo em via pública por parte do indivíduo, o suspeito informou haver mais armamentos em sua residência. A equipe deslocou-se ao endereço indicado e no interior do imóvel, localizou e apreendeu diversas armas de fogo, incluindo espingarda, rifles com numeração suprimida, acessórios como lunetas e miras holográficas, além de grande quantidade de munições de diversos calibres e carregadores.
Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao autor, que foi conduzido inicialmente à unidade de pronto atendimento para a lavratura do laudo de lesão corporal e, posteriormente, apresentado à delegacia competente para os procedimentos cabíveis.
A equipe da Patrulha Rural prestou apoio à Delegacia de Polícia Civil de Cantagalo no fiel cumprimento de mandados judiciais de busca domiciliar e de prisão.
As equipes deslocaram-se até o município de Virmond, no bairro Morar Melhor, onde o alvo do mandado de prisão foi localizado e cientificado das ordens judiciais.
Durante as buscas na residência do capturado, os policiais localizaram um total de 788,2 gramas de maconha. Uma porção fracionada de 84,1 gramas estava escondida no quarto do abordado, enquanto outras duas porções maiores, totalizando 704,1 gramas, foram encontradas no interior de um galinheiro no terreno do imóvel.
Ao ser questionado sobre uma arma de fogo vinculada a uma investigação de homicídio recente, o detido de 18 anos informou que o armamento não lhe pertencia e indicou que estaria guardado na casa de um segundo indivíduo.
Dando continuidade às diligências, a equipe policial deslocou-se até residência indicada. No local, em contato com o morador de 20 anos e após os questionamentos, ele indicou espontaneamente que a arma estava escondida em seu guarda-roupas. No compartimento apontado, os policiais apreenderam um revólver calibre .38 municiado com cinco cartuchos recarregados.
Diante dos fatos, os dois envolvidos receberam voz de prisão. Eles foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Cantagalo junto com o armamento, as munições, as substâncias entorpecentes e um aparelho celular apreendido para a adoção dos procedimentos de polícia judiciária cabíveis.
Um homem foi preso em flagrante pela Polícia Militar na madrugada deste sábado (25) após promover uma série de atos de vandalismo em diferentes pontos da cidade.
Os danos atingiram prédios públicos, veículos estacionados, um estabelecimento comercial e uma residência.
A ocorrência teve início quando representantes do município acionaram a PM após constatarem depredações na Casa da Memória e na Secretaria de Assistência Social, com quebra de vidraças, janelas, vasos e bancos. Durante o atendimento, moradores e comerciantes também relataram que duas caminhonetes, um comércio no Centro e uma residência às margens da BR-277 foram atingidos por pedradas. Em todos os locais, foram encontrados blocos de paralelepípedo retirados de uma obra pública próxima.
Com base no depoimento de uma testemunha e na análise de imagens de câmeras de monitoramento, os policiais identificaram o suspeito, localizado em sua residência. Ele confessou espontaneamente a autoria das depredações, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.
O Governo Municipal de Virmond repudiou os atos e informou que também foram registrados danos no IDR-Paraná e no CRAS. A administração destacou que as imagens das câmeras foram entregues à polícia e que a Secretaria de Urbanismo representará formalmente contra o autor, que deverá ressarcir integralmente os prejuízos causados ao patrimônio público e a bens particulares.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Cantagalo, prendeu em flagrante, na madrugada deste sábado (25), o suspeito de um homicídio ocorrido na noite anterior (24), em Virmond.
A vítima, um jovem, foi morto a tiros.
Logo após o crime, equipes iniciaram diligências, realizando a coleta de informações e imagens, e identificando do autor. Durante as buscas, ao ser localizado, o investigado desobedeceu à ordem de abordagem, adotou comportamento agressivo, incitou um cão contra os policiais e fugiu por muros e imóveis vizinhos.
As diligências prosseguiram, e o suspeito foi encontrado escondido algumas quadras adiante, sendo contido e preso. Na residência dele, com autorização voluntária da mãe, foram apreendidos um revólver, munições deflagradas, uma balança de precisão e outros objetos, além do veículo utilizado no crime.
O homem foi autuado em flagrante por homicídio qualificado.
Um homicídio foi registrado na noite de sexta-feira (24), por volta das 20h, em Virmond.
A Polícia Militar foi acionada após relatos de disparos de arma de fogo.
Ao chegar ao local os policiais encontraram um homem, com aproximadamente 20 anos, já sem vida, caído ao solo. A vítima apresentava ferimentos provocados por disparos de arma de fogo na região da cabeça e no lado esquerdo da face.
A área foi isolada para preservar a cena do crime. Equipes da Polícia Civil de Cantagalo, da Polícia Científica e do Instituto Médico-Legal (IML) foram acionadas para a perícia e remoção do corpo. Segundo a Polícia Militar, a vítima não portava documentos de identificação, o que impossibilitou sua identificação no momento da ocorrência.
A Polícia Civil investiga a autoria, a motivação e as circunstâncias do crime. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
O dono de uma pedreira de Virmond, cidade de 3,8 mil habitantes da região central do Paraná, está sendo investigado pela Polícia Civil pela suspeita de manter trabalhadores em situação análoga à escravidão, em condições precárias e usando supostas dívidas para impedi-los de sair do local.
Segundo o delegado Luís Leopoldo de Andrade Oliveira Manoel, o empregador pagava salários baixos e dizia que os operários deviam a ele por ele fornecer alimentação diária nos alojamentos improvisados. A fiscalização aconteceu na quarta-feira (1), após o recebimento de denúncia anônima.
"Eles estavam submetidos a condições degradantes de trabalho. Existia um alojamento precário, sem condições mínimas de salubridade — como esgoto, água encanada ou local para armazenamento de comida. Em conversa com os trabalhadores, eles relataram que eram submetidos a jornadas de 10 a 12 horas por dia e não havia realização de pagamento integral por parte do empregador. Eles relataram que, por exemplo, em 60 dias de trabalho, eles receberam R$ 300", explica.
O nome do investigado, que tem 48 anos, não foi divulgado pela polícia devido ao caso ainda estar em investigação. Por isso, o g1 não conseguiu identificar a defesa dele.
Entre as irregularidades constatadas no local, a Polícia Civil afirma que também identificou que os trabalhadores não recebiam equipamentos de proteção, mesmo trabalhando em ambiente de risco, e que a pedreira não possui licença ambiental para estar em operação.
Inicialmente, explica o delegado, foram encontrados dois trabalhadores nestas condições: um de 39 anos e outro de 49. No entanto, enquanto a equipe estava fazendo a fiscalização, outros dois operários chegaram e afirmaram que também estavam submetidos àquelas condições há cerca de um ano.
O dono da pedreira não estava no local, e se apresentou voluntariamente na delegacia no dia seguinte. O delegado afirma que o homem negou os crimes, mas não apresentou nenhum comprovante de pagamento ou outro documento que comprovasse a sua versão.
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Trabalhadores eram mantidos em alojamento com condições precárias, segundo delegado — Foto: Polícia Civil
A investigação criminal continua e tem prazo de ser finalizada dentro de 30 dias.
O caso também foi encaminhado ao Ministério Público do Trabalho (MPT) para a análise de sanções no âmbito administrativo.
"A rápida atuação da equipe possibilitou o resgate dos trabalhadores e a adoção das medidas necessárias para a continuidade das investigações e responsabilização dos envolvidos", ressalta o delegado.
Por - G1




























