Conheça os 4 problemas ginecológicos mais comuns no verão

Com a chegada do verão, alguns episódios desagradáveis costumam aparecer e prejudicar a saúde feminina. O ginecologista Dr. Domingos Mantelli aponta alguns cuidados que as mulheres devem ter com a estação mais quente do ano.



“Ficar com o biquíni molhado ou até mesmo usar roupas sintéticas podem fazer com que os corrimentos se tornem mais recorrentes nessa época do ano”, alerta o médico. Para Mantelli, é fundamental manter uma higienização adequada e evitar a umidade prolongada na região da vagina. “Trocar os biquínis úmidos por secos, apostar em roupas mais leves e ventiladas como saias e vestidos e, principalmente, buscar orientação médica sempre que notar algo errado”, adverte.

 

Dentre as doenças ginecológicas que surgem mais no verão, o médico destaca a candidíase, a tricomoníase e a vaginose.

 

Entenda cada uma:

 

Candidíase

 

“É causada pelo fungo do gênero “cândida”, microrganismo que pode ser transmitido durante o ato sexual, embora não seja considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) ”, explica Mantelli. A doença causa coceira e dores vaginal, para urinar e no ato sexual, além de corrimento branco com odor cítrico. O problema tem cura, e o tratamento deve ser feito com medicação antifúngica via oral e creme vaginal, por uma semana”, ressalta.

 

Tricomoníase

Doença causada pelo parasita Trichomonas vaginalis e a transmissão é por via sexual. O mal causa inflamação da vagina acompanhada de corrimento amarelo-esverdeado com odor desagradável. A doença causa dores ao urinar e durante o ato sexual. Se não for tratada, a doença pode suscitar em infertilidade e câncer do colo do útero. O tratamento é feito com medicamento via oral.

 

Vaginose bacteriana

 

Causada principalmente pela bactéria chamada Gardnerella Vaginalis, seu principal sinal é um corrimento amarelo ou branco-acinzentado, com um odor forte, e que piora durante as relações sexuais e na menstruação. Também pode provocar ardor e um pouco de coceira. O tratamento também é realizado com medicamento via oral e creme vaginal.

 

Infecção Urinária

 

A infecção urinária pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário como rins, bexiga, uretra e ureteres. Esse tipo de infecção é comum em mulheres devido ao tamanho da uretra feminina. Os principais sintomas são: ardência ao urinar, excesso de vontade de urinar, e urina escura e com forte odor, além de dores pélvica e retal. Em casos mais graves há sangramento na urina.

 

 

Para evitar problemas, o ginecologista sugere algumas dicas simples que podem minimizar os riscos de desenvolver tais doenças:

 

- Evite usar calças apertadas, prefira utilizar vestidos e saias, além de calcinhas de algodão;

- Sempre apare os pelos pubianos. Isso facilita a higienização;

- Faça sempre uma higiene íntima após o ato sexual, urinar e evacuar. Troque o absorvente durante a menstruação. O sabonete utilizado deve ser o neutro ou o íntimo e com indicação do ginecologista;

- Não utilize sabonete comum na higiene íntima e, após a lavagem externa, utilize toalha higiênica. O uso regular e descuidado do papel higiênico pode causar irritação local;

- Lave as roupas íntimas com água e sabão e seque-as ao sol. Não seque peças íntimas em ambientes fechados e úmidos como banheiros;

- Não compartilhe sabonetes, peças íntimas e toalhas.

 

 

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Menstruar todos os meses pode causar problemas de saúde

A menstruação é um processo inerente a todas as mulheres - a não ser em casos raros e específicos, por problemas de saúde.

 

O período menstrual acontece quando a mulher não engravida após a ovulação.

 

O tecido mucoso do revestimento interior do útero, que estava preparado para receber o óvulo fertilizado, despreende-se da parede e desce pela vagina, ocasionando a chamada menstruação.


 

Uma pesquisa realizada pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), em parceria com a Bayer, aponta que 85% das mulheres menstrua todos os meses e que cerca de 45% delas afirmam gostar desse processo, pois desta forma "sentem-se saudáveis".

 

Há ainda mulheres que optam por não menstruar, fazendo uso contínuo da pílula anticoncepcional, chamado de "ciclo estendido". Segundo César Fernandes, presidente da Febrasgo ouvido pelo EXTRA, mulheres que tomam a pílula tem o dobro de chances de desenvolver trombose, mas este número não muda com o ciclo estendido.

 

Como o corpo feminino está programado para suportar muitas gestações, menstruar todos os meses durante anos pode surtir efeitos na saúde da mulher, explica José Bento, ginecologista e obstetra dos hospitais Albert Einstein e São Luiz. Dentre os riscos de menstruar todo mês estão o câncer de mama, por expor a mulher a altos níveis de estrogênio, anemia, pelo excesso de perda de sangue, endometriose, pólipo uterino e câncer no endométrio.

 

 

 

Comer massa de bolo pode fazer mal à saúde, aponta estudo

Há quem diga que a melhor parte de comer o bolo é poder raspar a vasilha da massa no final.

 

Poucas são as pessoas que não amam lamber a colher com os últimos restinhos de bolo que sobram. Se você tem este hábito, temos uma má notícia: segundo um recente estudo publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, comer a massa de bolos e tortas quando está ainda crua pode causar intoxicação alimentar.

 

O problema está no consumo de ovo e farinha sem cozimento, segundo a pesquisa. O ovo apresenta sempre o risco de Salmonella, já a farinha pode ter uma série de bactérias nocivas para o organismo humano na sua composição.

 

 

Entre as bactérias que podem habitar a farinha está a E.coli. Para os cientistas responsáveis pelo estudo, não basta apenas resistir à massa crua dos bolos, tortas e bolachas. É preciso ter ainda o cuidado de lavar devidamente as mãos com água quente e sabão antes e depois de preparar os doces (e qualquer outro tipo de comida).

 

Confeccionar os alimentos a temperaturas elevadas também ajuda a 'matar' as presenças indesejadas.

 

 

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Maquiagem para dormir? Sim, já existe

Sem silicones, sem parabenos, sem emulsificantes petroquímicos, sem fragrâncias sintéticas.

 

Natural, 95% orgânica e que pode ser usada enquanto se dorme. É assim a mais recente criação da marca Kjaer Weis.



Contrariando os conselhos dermatológicos dados até os dias de hoje, a make up artist Kristen Kjar Weis juntou à sua marca de cosméticos uma linha de produtos de maquiagem destinados para uso noturno. Sim, com estes produtos já não é necessário remover a maquiagem antes de dormir.

 

 

De acordo com o Daily Mail, os produtos criados por Weis são obtidos através de ingredientes crus e naturais que preservam os extratos minerais. As plantas e as flores que compõem ainda os cosméticos são escolhidas de acordo com a cor, intensidade e compatibilidade com a pele.

 

Mas será que esta linha diurna e noturna é realmente benéfica para a pele? A reportagem convidou uma jovem de 24 anos para testar os produtos, com acompanhamento dermatológico. Antes e depois do período de teste - que não é mencionado no artigo - a gerente de marketing fez uma análise através de scanner e o resultado surpreendeu: a pele pareceu estar mais saudável após o uso dos produtos.

 

"A pele está boa depois do uso da maquiagem", disse o dermatologista Joney de Souza, salientando ainda que "ao contrário de outras maquiagens, a pele está inalterada e não está danificada de modo algum. A pele parece saudável e mais hidratada e flexível".

 

Porém, destaca o médico, foi verificado "um pequeno aumento dos poros, mas não uma variação significante, o que é um bom sinal". A presença bacteriana manteve-se "similar".

 

As criações de Kristen Kjar Weis, que não são testadas em animais, estão à venda no site Net-A-Porter.

 

 

 

As principais causas da flacidez nos braços e como tratá-la

O famigerado 'tchauzinho' é um incômodo que acomete a grande maioria das pessoas. Apesar de ser uma reclamação constante nos consultórios de cirurgia plástica, poucos sabem que a maior causa da flacidez na área dos braços é a variação de peso.



“A pele desta região dos braços é fina e não muito elástica. Uma vez distendida com o ganho de peso, a gordura faz com que a área fique curva. Então, mesmo após emagrecer novamente, a pele não volta ao estado original, tornando-se flácida. Com a idade, a quantidade e qualidade do colágeno diminui e a espessura da pele fica ainda mais fina e com menos elasticidade, agravando ainda mais a flacidez e podendo apresentar um aspecto enrugado”, explica a cirurgiã plástica Dra. Beatriz Lassance, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

 

Segundo a médica, a melhor receita para evitar o tão temido 'tchauzinho' é manter uma alimentação adequada e realizar exercícios físicos regulares para evitar o ganho de peso. Uma dieta balanceada, rica em proteínas, vitaminas, sais minerais e carboidratos de boa qualidade é capaz de fornecer para o corpo o suficiente para manter o bom desempenho de qualquer tecido.

 

 

“Nos braços temos vários músculos que quando exercitados podem aumentar de tamanho e assim preencher o excesso de pele. Porém, a capacidade do músculo de preencher e compensar a sobra de pele depende do grau de flacidez daquela área”, afirma.

 

Mas existem tratamentos e procedimentos estéticos que, dependendo do diagnóstico, auxiliam na diminuição da flacidez dos braços. Por exemplo, se houver apenas pele de má qualidade, tratamentos que estimulam a produção de colágeno são os ideais. Se o problema for apenas uma pequena quantidade de gordura sem sobra de pele, a lipoaspiração ou a criolipólise podem conferir os resultados desejados. Já se houver acúmulo de gordura com sobra de pele, mesmo que pequena, qualquer procedimento que diminua a gordura vai aumentar ainda mais a flacidez.

 

“Em casos em que há grandes excessos de gordura ou sobra de pele, a conduta é cirurgia. Porém, por ser muito final e pouco elástica, a pele dessa área não responde muito bem a procedimentos estéticos. Em casos cirúrgicos, a cicatriz pode não apresentar uma qualidade muito boa e, por ser grande, acaba ficando visível, mesmo que seja bem colocada. Por isso, é sempre preferível tratamentos não invasivos para esta região”, alerta a cirurgiã plástica.

 

 

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