Porto de Paranaguá tem melhor mês de maio da história

O Porto de Paranaguá fechou o mês de maio com 4,39 milhões de toneladas de cargas movimentadas, a maior marca da história do quinto mês do ano. A marca, que é 4,8% superior à registrada no ano passado, foi alcançada mesmo com os dez dias de paralisação dos caminhoneiros pelo Brasil inteiro.

 

O recorde atesta o aumento de produtividade do Porto de Paranaguá, além da diversidade modal e a capacidade de armazenamento do complexo portuário. "Investimos mais de R$ 635 milhões nos últimos anos e nos tornamos um porto muito mais ágil", afirmou o diretor-presidente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Lourenço Fregonese. ?Os 21 dias em que pudemos operar normalmente foram suficientes para garantir uma movimentação recorde no mês, acrescentou.

 

O Porto de Paranaguá também tem a segunda maior capacidade estática de armazenamento de grãos para exportação do país, o que ajudou com que os embarques continuassem acontecendo no período. Ao todo, há uma capacidade de estoque para grãos de 1,5 milhão de toneladas em Paranaguá, o que é suficiente para carregar mais de 20 navios.

 

O aumento do abastecimento de cargas por ferrovias também foi fundamental para que o porto continuasse operando durante a greve. Atualmente, a participação do modal é de cerca de 30% na operação de cargas em Paranaguá.

 

Segundo Fregonese, o resultado, no entanto, poderia ser ainda maior. A estimativa é de que, no período da greve, deixaram de ser movimentadas 648 mil toneladas de produtos, incluindo líquidos, cargas gerais, grãos, fertilizantes e outros.

 

Crescimento

 

No acumulado do ano, os números também ainda são positivos. Na movimentação total de janeiro a maio, o porto operou 21,93 milhões de toneladas, 9% a mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram movimentadas 20,12 milhões de toneladas.

 

A diferença é puxada pelo bom desempenho nas exportações de soja. Em 2018 o porto embarcou quase 1 milhão de toneladas a mais do que em 2017. O embarque de farelo também cresceu, são cerca de 540 mil toneladas a mais neste ano. (Com AEN)

 

 

 

Carreta com milho escondia 500 caixas de cigarros

Durante operação conjunta da Receita Federal de Cascavel e Foz do Iguaçu agentes apreenderam uma carreta com 500 caixas de cigarros.

 

A apreensão nesta terça dia 12, ocorreu na BR 467 em Sede Alvorada, entre Toledo e Cascavel.

 

O contrabando estava escondido em meio a uma carga se milho. e seria levado até Nova Petrópolis/RS.

 

O motorista de 43 anos declarou que iria receber R$ 20 mil pela viagem. Ele foi preso em flagrante e será encaminhado à PF. (Com Catve)

 

 

 

Porcos foram furtados, afirma dono da carga envolvida em acidente BR 163

Um Boletim de Ocorrência (B.O.) foi registrado para formalizar o furto de suínos de uma carreta que tombou na BR 163 na manhã de domingo dia 10, em Capitão Leônidas Marques.

 

O investigador da Polícia Civil João Gustavo, confirmou a equipe de reportagem que o B.O. foi registrado pois o motorista e o frigorífico não autorizaram moradores a retirar dos animais do local do acidente.

 

Segundo ele, a versão das partes foi confirmada pela seguradora da carga e para formalizar o crime registou o boletim.

 

João Gustavo informou à equipe que as investigações devem continuar para identificar as pessoas que levaram os suínos.

 

A carreta tombou no quilômetro 142 da BR 163 na Curva da Bareia como é conhecida. Imagens feitas no local mostraram populares carregando animais que foram transportados em carros. (Com Catve)

 

 

 

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Policial baleado foi dado como morto por equipe do Samu, mas Siate reanimou; PMs se revoltam

O atendimento da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Curitiba, no fim da tarde deste domingo dia 10, provocou revolta entre os policiais militares. A equipe do Samu avaliou que o cabo baleado por criminosos perto da Rodoviária ao abordar um carro que vinha na contramão, estava sem sinais vitais e, por isso, morto.

 

Porém, em menos de sete minutos, outra ambulância do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) chegou ao local, reanimou o cabo ferido e o encaminhou ao Hospital Cajuru, onde segue internado em estado grave. Policiais militares estão revoltados e protestam nas redes sociais contra o que consideram descaso do primeiro atendimento.


A ação dos criminosos aconteceu por volta das 17h10, depois de um assalto a um posto de combustível. Ao entrarem na contramão, o policial abordou o grupo, que atirou contra ele e ainda o atropelou. Ferido, o policial caiu no chão, já inconsciente, segundo testemunhas.

 

Uma viatura da Polícia Militar (PM) estacionou ao lado do cabo baleado em menos de dois minutos, segundo depoimentos informais de testemunhas, e fizeram o acionamento para o Siate, por meio do 193, alertando sobre um policial baleado.

 

No entanto, nesse momento, outra ambulância do Samu passava pelo local, com uma vítima dentro da ambulância, e parou para prestar atendimento ao policial. No socorro, havia um médico, uma enfermeira e um socorrista, em uma ambulância de suporte avançado. Segundo fonte da Banda B, o policial foi dado como morto às 17h19.

 

Um dos policiais militares que estava no local garantiu que lhe foi entregue um lençol branco, para cobrir o colega da corporação. Há registro de um pedido formal ao Centro de Comunicações de Operações da Polícia Civil (Cepol) às 17h26 para que seja acionada a Polícia Científica e o Instituto Médico Legal (IML).

 

O lençol ficou sobre o corpo do cabo Gulhinski por cerca de dois minutos, até a chegada de uma equipe do (Siate), acionada por meio do 193. Às 17h30 o policial já estava sendo reanimado pela segunda equipe, também composta por médico, enfermeiro e socorrista. O cabo foi entregue ao Hospital Cajuru em estado grave, mas com vida às 17h50.

 

A Banda B teve acesso aos detalhes do atendimento médico do Siate ao policial até a chegada ao hospital. Segundo a equipe, o cabo estava com atividade elétrica sem pulso, mas com coração batendo. A falta de pulsação, segundo a equipe, aconteceu pelo sangramento ou pela falta de oxigênio, já que o cabo respirou uma quantidade de sangue. Ele foi entubado até a chegada ao hospital e, mesmo sedado, apresentava boa reação aos atendimentos. Ainda segundo a equipe médica, não há sangramento dentro do cérebro, exames de tomografia indicam que não há lesões aparentes, mas que, a princípio, o mais preocupante quanto à sequelas teria sido o tempo de parada que o policial permaneceu – sem socorro.

 

Diante dos atendimentos emergenciais, colegas do cabo e policiais da corporação estão revoltados com o descaso do Samu, no primeiro atendimento ao policial. (Com Banda B)

 

 

 

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Governo convoca professores(as) do concurso de 2013 para exames médicos

Desde 2013, a APP-Sindicato e os(as) professores(as) aprovados(as) no último concurso do magistério realizado no Estado, batalham pela contratação de todos(as) os(as) aprovados(as) nas vagas previstas no Edital. Número ainda bem abaixo da real necessidade das escolas públicas estaduais.

 

Nos últimos anos, em média, mais de 20 mil educadores(as) temporários(as) são contratados(as) por ano no Paraná para suprir as demandas de afastamentos, licenças e falta de profissionais nas escolas.

 

Mais concursos públicos – Uma das defesas constantes da APP-Sindicato é a realização de concursos públicos que atendam a real demanda de professores(as) e funcionários(as) nas escolas. “A convocação destes professores ainda está muito longe de atender a demanda das nossas escolas. O número de professores com contratos precários ainda é muito grande”, destaca o presidente da APP, Hermes Leão. São mais de 20 mil professores(as) com contratos PSS (temporários) atuando nas escolas paranaenses. (Com APP)

 

 

 

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