O prefeito e Nova Cantu renunciou ao aumento de salário para readequar o salário dos médicos que atendem na cidade.
O aumento de R$ 8 mil foi apresentado, votado e aprovado por unanimidade na Câmara de Vereadores na segunda-feira (28), mas José Carlos Gomes renunciou. Ele recebe o valor mais baixo de salário entre os prefeitos da região de Campo Mourão.
O motivo da renúncia foi para readequar o salário dos médicos que foram chamados para atender na cidade e não ficaram satisfeitos com o salário abaixo do prometido.
De acordo com a assessoria, a ação não gera efeito cascata para os demais cargos, e se trata de uma adequação legal e contábil.
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Depois da tragédia ocorrida em Brumadinho (MG) na última sexta-feira, com pelo menos 65 mortos e 292 desaparecidos, a questão da segurança em barragens passou a virar o foco das atenções. E no Paraná, o cenário apresentado pela Agência Nacional de Águas (ANA) em seu mais recente relatório, divulgado em novembro de 2018, não é dos mais animadores.
De acordo com o Relatório de Segurança de Barragens, que traz dados referentes ao ano de 2017, o Paraná conta com 450 barragens para diferentes finalidades, como acúmulo de água, de rejeitos de minérios ou industriais e para geração de energia — a ANA, contudo, estima que o número de represamentos artificiais espalhados pelo País seja pelo menos três vezes maior que os dados oficiais, uma vez que não são todos os órgãos e entidades fiscalizadoras que cadastraram as barragens sob sua jurisdição.
Ainda assim, apenas com relação aos barramentos oficialmente cadastrados, temos que 11 são classificados como apresentando alto risco, 30 de médio risco e 63, baixo risco. A categoria de risco refere-se a espectos da própria barragem que possam influenciar na possibilidade de ocorrência de acidente, como a condição da estrutura.
Dentre as classificadas como alto risco, sete ainda apresentam um Dano Potencial Associado (DPA) considerado alto, clasificação esta que se refere ao dano causado em caso de acidente ou rompimento. O caso mais grave é o da Represa Canteri, em Imbituva, na região Centro-Sul do Estado, cujo nível de perigo da barragem é classificado como demandando atenção das autoridades.
Fiscalização é o maior problema
O maior problema com relação às barragens no Paraná, contudo, diz respeito à fiscalização. Das 450 barragens existentes no Estado, apenas 79 (17,5% do total) receberam alguma inspeção desde 2015. A questão, inclusive, foi citada expressamente pela ANA em seu relatório, com o órgão apontando haver apenas quatro funcionários no Instituto de Águas do Paraná atuando na fiscalização.
“Todas as pessoas que atuam nesta questão, além de possuírem outras tarefas, estão quase se aposentando ou não fazem parte do quadro funcional, sendo servidores de outros órgãos e estando temporariamente à disposição do Águas Paraná”, escreve a ANA.
A engenheira Mariana Alice Maranhão, do Departamento de Fiscalização do Crea-PR, aponta algumas melhorias que seriam importantes para se evitar acidentes e tragédias como as ocorridas em Mariana e Brumadinho.
“É preciso ampliar o banco de dados, não colocar só quais as barragens (existentes), mas os profissionais responsáveis, e exigir relatório visual, verificação com frequência maior, para que não ocorra nenhum tipo de acidente”, aponta a especialista. “Claro, mesmo com laudo é possível acontecer acidentes, mas a chance diminui muito”, ressalta.
Em quatro anos, houve pelo menos 56 ocorrências, uma delas no Sul do PR
Nos últimos quatro anos com dados disponíveis (2014, 2015, 2016 e 2017), pelo menos 56 ocorrências envolvendo barragens (acidentes ou incidentes) foram registrados em todo o país. Os dois episódios mais graves ocoreram em Minas Gerais, nos municípios de Mariana (em 5 de novembro de 2015) e Brumadinho (na última sexta-feira). No primeiro caso, foram 19 mortos e um ferido. No segundo, já eram 65 mortos e 292 seguiam desaparecidas até esta segunda-feira (28).
Dentre todas essas ocorrências, uma foi registrada no Paraná. Foi na Barragem Fazenda Guavirova, em União da Vitória, no dia 24 de agosto de 2016. Na ocasião, uma cheia provocou o rompimento da barragem, ocasionando a morte de uma pessoa.
Simepar avaliará as unidades paranaenses
Nesta segunda-feira (28), o Governo do Estado anunciou que fará um contrato de gestão com o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) para avaliar a situação das barragens existentes no território paranaense. Em paralelo, duas unidades que abrigam resíduos minerais, em Cerro Azul e Campo Largo, serão vistoriadas nessa semana. Os trabalhos serão monitorados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental e Turismo (SEDAT).
Enquanto isso, o Estado também auxilia Minas Gerais. Três bombeiros altamente qualificados do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) foram mandado para Brumadinho na noite de domingo e atuarão como observadores, fazendo o levantamento de informações, e auxiliarão na busca às vítimas, se solicitado.
Barragens de Alto Risco no Paraná
Nome da Barragem Município
Represa Canteri Imbituva
Lago Favoretto Manoel Ribas
Barragem Costa São João do Ivaí
Represa Três Barras São Sebastião da Amoreira
Eugenio Carneiro Tibagi
Coronel Domingos Soares Coronel Domingos Soares
Barragem São Bento General Carneiro
Lago Paulo Gorski Cascavel
Cristo Rei Campo Mourão
Justus Inácio Martins
Usina e Fábrica de Papelão
Apucaraninha Londrina
(Com Agência Nacional de Águas)
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O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados e Distrito Federal – deu mais um passo no mercado de consórcios e lançou, nesta segunda-feira, 28 de janeiro, o Consórcio de Móveis Planejados. A partir de agora, o consorciado do Sicredi terá a oportunidade de planejar a aquisição do ambiente dos seus sonhos, mobiliando ou renovando um cômodo da sua casa ou do seu negócio.
Além de viabilizar a aquisição de conjunto de bens com maior valor agregado, como salas e cozinhas planejadas,mediante faixas de créditos maiores e taxas menores que as praticadas atualmente no mercado, esta inovação permitirá que as 114 cooperativas de crédito do Sicredi – que atuam em mais de 1.200 municípios brasileiros – também possam fazer parcerias locais e, assim, alavancarem o setor moveleiro, gerando mais empregos e renda para as regiões.
Segundo Jocimar Martins, gerente da Administradora de Consórcios do Sicredi, atualmente a maior parte das administradoras de consórcio para aquisição de móveis está vinculada a lojas de varejo, que oferecem faixas de crédito baixas e prazos curtos de, no máximo, 12meses para pagamento. “A maioria das lojas de mobiliário planejado não possui capacidade financeira para financiamento de longo prazo, cabendo a bancos e financeiras realizarem a operação a um custo muito elevado e sem a oportunidade de negociar descontos”, explica Martins.
A consolidação do produto consórcio junto as cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi é um dos grandes diferenciais na atuação da instituição nesse segmento. O Sicredi já possui amplo conhecimento e expertise em processos de contemplação. Além do novo Consórcio para Móveis Planejados, a instituição conta com Consórcio de Automóveis, de Imóveis, Náutico, de Caminhões, de Tratores e Utilitários, de Serviços, de Motocicletas e Sustentável, num sistema de compra cooperativada em que o associado contribui mensalmente por meio de um do autofinanciamento.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)
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O Governo do Estado fará um contrato de gestão com o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) para avaliar a situação das 461 barragens existentes no território paranaense. Em paralelo, duas unidades que abrigam resíduos minerais, em Cerro Azul e Campo Largo, serão vistoriadas nessa semana.
Os trabalhos serão monitorados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental e Turismo (SEDAT).
O Simepar foi escolhido para auxiliar no processo porque o órgão, sediado no Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná, em Curitiba, desenvolve atividades de serviços nas áreas de meteorologia, hidrologia e meio ambiente.
A maioria das barragens localizadas no Paraná são para uso de irrigação, abastecimento de água, geração de energia, proteção de meio ambiente e recreação. (Com Massa News)
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A Secretaria de Estado da Saúde criou um comitê operacional para enfrentamento da febre amarela no Estado. O grupo vai atuar desde a investigação de casos e na intensificação da vacinação, até o tratamento aos doentes. O Coes (Centro de Operações em Emergências em Saúde) está focado, inicialmente, nos sete municípios da 1ª Regional de Saúde, onde o vírus da doença foi confirmado em macacos encontrados mortos, em Antonina.
Em videoconferência realizada na segunda dia 28, com as 22 Regionais de Saúde do Paraná, foi reforçada a necessidade de vacinar a população em todo o Estado, na faixa etária de 9 meses a 59 anos. A Superintendência de Atenção à Saúde também está levantando, junto a cada município, a capacidade de monitorar e atender eventuais casos.
"Além das providências que estamos tomando, é sempre preciso alertar a população para que não deixe de tomar a vacina", destaca João Luís Crivellaro, da Superintendência de Vigilância em Saúde. Ele explica que a vacina precisa de dez dias para começar a fazer efeito, e é a única forma de evitar a doença. O uso de repelente também é indicado.
Os macacos encontrados mortos estavam na localidade de Morro Queimado, em Antonina, um local de circulação de praticantes de eco-turismo. O resultado positivo dos exames que confirmaram a circulação do vírus saiu em apenas dois dias.
ALERTA
Os sintomas da doença são febre com início súbito em pessoas que nunca tomaram a vacina contra a febre amarela ou com vacinação há menos de 10 dias, e que tenham estado em áreas de matas, rios ou áreas de circulação viral comprovada nos últimos 15 dias. Essas condições devem estar associadas a outros dois ou mais sinais, como cefaleia, náusea, vômitos, dor articular, dor abdominal, dor lombar, icterícia ou hemorragias. (Com AEN)
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Um macaco e 15 aves silvestres foram apreendidos, nesta segunda-feira (28/1), em uma ação integrada de fiscalização do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, e da Polícia Ambiental do Paraná.
Os animais eram vítimas de maus-tratos e de comércio irregular e foram levados para o Centro de Apoio à Fauna Silvestre de Curitiba (CAFS), que fica anexo ao Museu de História Natural do Capão da Imbuia.
Três pessoas responsáveis pelos animais, além de autuadas, foram levadas pela Polícia Ambiental para prestar esclarecimentos. O macaco vivia no bairro Portão há cerca de 30 anos; as 14 aves em situação de comércio irregular foram apreendidas no Tatuquara; e mais um sabiá, vítima de maus-tratos, estava no Sítio Cercado.
Alvo de denúncias, a proprietária de uma casa no Capão Raso, em que vivem dois papagaios, foi notificada para fazer adequação das condições da gaiola e de alimentação dos animais.
O trabalho é um esforço para combater o tráfico de animais silvestres e a sua retirada ilegal da natureza. A equipe buscou confirmar a existência de animais em situação de maus-tratos e/ou com irregularidades nas documentações exigidas para a manutenção de animais silvestres. Havia algumas denúncias da população via Central 156.
“A origem ilegal desses animais invariavelmente tem vínculo com o tráfico ou com a captura irresponsável diretamente na natureza. Quem adquire um animal silvestre ilegal compactua e fomenta o tráfico que é um dos grandes responsáveis pela extinção de espécies no Brasil”, reforçou o diretor de Pesquisa e Conservação da Fauna, Edson Evaristo.
Dados preocupantes
De acordo com estimativas da Rede Nacional de Combate com Tráfico de Animais Silvestres, aproximadamente 38 milhões de animais silvestres são retirados da natureza no Brasil anualmente; e conforme dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), 90% deles morrem logo depois de retirados de seu habitat.
Ações concretas
O combate ao tráfico de animais silvestres está entre as principais missões do ano do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, o que é feito com parcerias institucionais e ações ostensivas de fiscalização. A população pode colaborar registrando denúncias pelo sistema 156.
Com essas ações e o recém-firmado convênio com o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), o município apreende e acolhe animais retirados da natureza em situação de risco. Os que tiverem condições de soltura serão brevemente devolvidos à natureza e os demais ficarão sob a responsabilidade do Departamento até que a destinação mais adequada seja realizada pelo IAP.








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