Nesta terça dia 27, por volta das 15h40min equipe realizava patrulhamento na rua das Araras, quando foi abordada por uma mulher que estava com o rosto cheio de sangue e uma lesão na cabeça, posteriormente a mesma foi identificada, a qual relatou que seu marido havia lhe agredido.
Diante da lesão e o sangramento a equipe deslocou até o Hospital Municipal para a vítima receber atendimento médico e começou a realizar busca atrás do agressor, porém o mesmo não foi localizado.
Após o atendimento a vítima veio até o DPM e pegou a cópia do boletim e foi orientada sobre as medidas cabíveis a serem adotadas.
A PRF e Ecocataratas comunicam que a BR 277 no KM 524 será interditada nesta manhã de quarta dia 28, dás 11h até por volta 14hr para uma nova etapa de detonações de rochas.
Os serviços serão realizados também nesta quinta dia (29) às 11h e no sábado dia (31), a partir do meio-dia.
A operação de fogo controlado tem o apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal) que juntamente com equipes da Ecocataratas estarão no local para orientar os motoristas, pois todo o procedimento terá duração de duas horas, com o tráfego fluindo no sistema pare e siga (barreira), a partir da retirada dos entulhos da pista de rolamento.
A fim de orientar e garantir a segurança aos motoristas, o local da detonação de rochas, bem como de toda a extensão da obra, está devidamente sinalizado com placas indicativas e cones.
A orientação é para que os usuários fiquem atentos quanto à sinalização e ao limite de velocidade que é de 40 Km/h no trecho sob intervenção. Veículos em situação de emergência, como ambulâncias, bombeiros, polícia, entre outros, serão direcionados por rotas alternativas.
Em caso de condições climáticas adversas os serviços serão cancelados. Para saber mais informações sobre a Ecocataratas acesse o site www.ecocataratas.com.br,por meio do Twitter: @ecocataratas ou no Instagram: @ecocataratas_ acompanhe as nossas redes sociais e fique bem informado. Para entrar em contato com a concessionária ligue para o 0800 345 0277. (Com Assessoria Ecocataratas).
Na tarde desta terça dia 27, ás 14h40min. compareceu no Destacamento da Polícia Militar de Três Barras do Paraná uma senhora relatando que faz parte do Conselho Fiscal da Comunidade de Palmital e hoje foi até a igreja da comunidade e viu que a porta da frente estava quebrada e a porta dos fundos também haviam quebrado o vidro próximo ao trinco.
Ela encontrou uma pedra dentro da igreja provavelmente a usada para quebrar a porta de vidro.
A mesma não sabe o momento exato que ocorreu o dano e nem quem poderia se o autor.
Diante dos fatos a noticiante foi orientada sobre as medidas cabíveis e confeccionado o presente Boletim de Ocorrência.
Uma familiar de um idoso de 61 anos, que mora em Pinhão fez um relato em redes sociais sobre o descaso que sofreu após a morte do parente.
Conforme as informações, a família de baixo poder aquisitivo teria sido humilhada por uma funerária local.
No relato, a familiar conta que a empresa pediu R$ 450 apenas para a preparação do corpo.
No valor não constava o aluguel do apoio sobre o qual é colocado o caixão no velório.
Eles trouxeram apenas o corpo com um plástico, sem mais nada.
Além disso, soltaram o caixão em uns cavaletes. Isso tudo, depois de xingamentos.
Fomos muito maltratados, apenas um rapaz que trabalha no local nos tratou bem. Conforme a familiar, em entrevista ao Portal RSN, o idoso morreu ontem segunda dia (26), após sofrer um infarto em casa.
A família acionou o Corpo de Bombeiros de Pinhão, que entrou em contato com a funerária. “Nós somos de família muito humilde. O meu companheiro cuidava do meu pai, porque eu sou gestante. Minha gravidez é de risco. O que ele ganha dá apenas para a gente comer e olha lá. Ontem nós não tínhamos dinheiro e fomos encaminhados para a funerária”.
Ela conta que ao chegar na empresa, contaram aos responsáveis a situação pela qual estavam passando. E afirmaram que não tinham condições de comprar um caixão. “Eles já tinham lavado ele e quando relatamos os fatos, o homem que trabalha disse ‘eu não sei, se virem, problema de vocês. Eu só quero meus R$ 450 da lavagem e da cola da boca dele’. A pior coisa, você estar perdendo uma pessoa da família e receber esse tratamento”.
Desse modo, a família buscou recursos para conseguir um caixão. A familiar comenta que com apoio da Prefeitura conseguiram. No entanto, novamente os responsáveis pelo serviço funerário teriam respondido grosseiramente.
Eles falaram que não mandaram o caixão da Prefeitura e sim o que eles transportam o corpo pela funerária. Era um caixão feito com tipo essas ‘ripinhas de raspas’, estava partido, jogaram o corpo.
Trataram a gente como se fossemos imundos. A família comentou ainda que o enterro teve que ser antecipado, pois o caixão estava quebrando.
Por fim, o Portal RSN tentou durante o dia contato telefônico com a funerária. Contudo, não teve retorno. (Com RSN).








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