Na tarde desta terça dia 27, ás 14h40min. compareceu no Destacamento da Polícia Militar de Três Barras do Paraná uma senhora relatando que faz parte do Conselho Fiscal da Comunidade de Palmital e hoje foi até a igreja da comunidade e viu que a porta da frente estava quebrada e a porta dos fundos também haviam quebrado o vidro próximo ao trinco.
Ela encontrou uma pedra dentro da igreja provavelmente a usada para quebrar a porta de vidro.
A mesma não sabe o momento exato que ocorreu o dano e nem quem poderia se o autor.
Diante dos fatos a noticiante foi orientada sobre as medidas cabíveis e confeccionado o presente Boletim de Ocorrência.
Uma familiar de um idoso de 61 anos, que mora em Pinhão fez um relato em redes sociais sobre o descaso que sofreu após a morte do parente.
Conforme as informações, a família de baixo poder aquisitivo teria sido humilhada por uma funerária local.
No relato, a familiar conta que a empresa pediu R$ 450 apenas para a preparação do corpo.
No valor não constava o aluguel do apoio sobre o qual é colocado o caixão no velório.
Eles trouxeram apenas o corpo com um plástico, sem mais nada.
Além disso, soltaram o caixão em uns cavaletes. Isso tudo, depois de xingamentos.
Fomos muito maltratados, apenas um rapaz que trabalha no local nos tratou bem. Conforme a familiar, em entrevista ao Portal RSN, o idoso morreu ontem segunda dia (26), após sofrer um infarto em casa.
A família acionou o Corpo de Bombeiros de Pinhão, que entrou em contato com a funerária. “Nós somos de família muito humilde. O meu companheiro cuidava do meu pai, porque eu sou gestante. Minha gravidez é de risco. O que ele ganha dá apenas para a gente comer e olha lá. Ontem nós não tínhamos dinheiro e fomos encaminhados para a funerária”.
Ela conta que ao chegar na empresa, contaram aos responsáveis a situação pela qual estavam passando. E afirmaram que não tinham condições de comprar um caixão. “Eles já tinham lavado ele e quando relatamos os fatos, o homem que trabalha disse ‘eu não sei, se virem, problema de vocês. Eu só quero meus R$ 450 da lavagem e da cola da boca dele’. A pior coisa, você estar perdendo uma pessoa da família e receber esse tratamento”.
Desse modo, a família buscou recursos para conseguir um caixão. A familiar comenta que com apoio da Prefeitura conseguiram. No entanto, novamente os responsáveis pelo serviço funerário teriam respondido grosseiramente.
Eles falaram que não mandaram o caixão da Prefeitura e sim o que eles transportam o corpo pela funerária. Era um caixão feito com tipo essas ‘ripinhas de raspas’, estava partido, jogaram o corpo.
Trataram a gente como se fossemos imundos. A família comentou ainda que o enterro teve que ser antecipado, pois o caixão estava quebrando.
Por fim, o Portal RSN tentou durante o dia contato telefônico com a funerária. Contudo, não teve retorno. (Com RSN).
Em visita na última semana a sua equipe de trabalho e Secretaria que fica no Ginásio de Esportes Onofre Garbacheski, na manhã desta segunda dia 26, Renato fez uma visita de honra ao gabinete de prefeito Osmário Portela juntamente com a esposa, Juliane Biavatti e a fisioterapeuta e Coordenadora do CREAS, Tatyane Queiroz (Taty). Ele demostrou melhora e falou em não ver a hora de estar novamente trabalhando.
Renato que testou positivo para o COVID-19 em maio, realizou o seu tratamento em casa, após uma piora foi internado no Hospital Santo Antônio no início de junho, aonde permaneceu até o dia 09 de junho, quando foi transferido para o HU (Hospital Universitário) em Cascavel, seu estado era grave com cerca de 70% do pulmão comprometido Renato foi entubado e seguiu para UTI, onde permaneceu por 18 dias, teve algumas complicações, mas foi apresentando melhoras a cada dia, no dia 26 de junho foi extubado, e continuou melhorando, ficou no Hospital até o dia 02 de julho para concluir o seu tratamento. Finalmente depois de 28 dias de internamento, ganhou alta e voltou para casa junto da sua família.
Ainda segue se recuperando, em acompanhamento médico e fazendo fisioterapia para reabilitação pois perdeu 22kg e principalmente massa muscular. Logo poderá retornar efetivamente as suas atividades. Renato agradece primeiramente a Deus pela sua vida e pelas orações de todos, aos profissionais de saúde, amigos e familiares que sempre estiveram ao seu lado! Relembra que foram dias muito difíceis, mas que fizeram parte da sua vitória!(Com Assessoria).
O espaço que hoje abriga o empreendimento Celeiro do Agricultor está com quase 20 anos de funcionamento fomentando a agricultura familiar de Guaraniaçu, com necessidade de se organizar, uma vez que juntos os produtores conseguiriam realizar as vendas de seus produtos diretamente ao consumidor final. Adquirindo forças para lutar pela sobrevivência no meio rural de forma justa, solidaria e com maior qualidade de vida.
As agroindústrias surgiram da necessidade de atender as legislações especificas, a fim de garantir a qualidade dos produtos oferecidos pelos agricultores ao consumidor final. Em 2005 o Celeiro do Agricultor passou por uma reforma. Aquele espaço que antes se realizavam as feiras passou a ser um comercio permanente. A dinâmica do negócio mudou, onde antes o produtor era também o vendedor, agora ele poderia se dedicar exclusivamente a produção e as vendas seriam realizadas pelas funcionárias. Isso possibilitou uma abertura maior de mercado, agora população de Guaraniaçu foi pode comprar produtos frescos todos os dias.
O Celeiro do Agricultor é uma iniciativa que beneficia tanto o agricultor por estar vendendo seu produto diretamente, sem atravessadores, bem como a população em geral que tem a possibilidade de adquirir produtos frescos e de boa qualidade diretamente do campo. A COOAFASG (Cooperativa da Agricultura Familiar Solidaria de Guaraniaçu), que passou a administrar o Celeiro do Agricultor.
O prédio que é a sede do Celeiro do Agricultor pertence a Prefeitura Municipal de Guaraniaçu, e é cedido em termo de Comodato. A administração municipal ainda ajuda com a água, luz e dois funcionários que auxiliam nos trabalhos (um para a recepção da mercadoria e outra é a Engenheira de Alimentos que além do suporte técnico diretamente realizado aos agricultores, auxilia administrativamente no empreendimento).
Esse apoio é fundamental, pois possibilita que a taxa cobrada dos sócios seja justa e condizente com as despesas. Como qualquer empreendimento comercial, tem despesas, são 6 funcionárias registradas, além dos impostos, telefone, internet, sistema, contabilidade, aquisição de equipamentos, manutenções, embalagens e outros.
A Engenheira de Alimentos e suporte técnico, Christiane Hones, destacou alguns pontos importantes, “A contribuição dos agricultores atualmente é de 20% sobre o valor final de venda. O restante o produtor recebe até o 5° dia útil do mês seguinte. Ressaltamos que esse valor é recurso aplicado diretamente no comercio local de Guaraniaçu, uma vez que os produtores aproveitam para fazer suas compras nos supermercados locais, casas agropecuárias, lojas de vestuários, farmácias e demais necessidades. Um empreendimento que gera empregos diretos além da renda garantida a tantas famílias de agricultores que comercializam seus produtos neste espaço, oportunidade que não seria possível de outra forma”.
A COOAFASG conta atualmente com aproximadamente 120 sócios. Alguns produtos são adquiridos fora do município, seja por falta de produção local, sazonalidade, ou intempéries climáticas, a qual todo produtor rural está sujeito. Esse sistema é importante, pois possibilita uma diversidade de produtos o ano todo, desta forma mantém-se o comercio aberto para os produtores. Aqueles que ao longo dos anos diversificaram a produção e investiram em melhorias tem mercado garantido para seus produtos.
“O Celeiro está sendo uma referência em todo o Paraná até mesmo para o Brasil, muita gente até de fora do estado vem buscar ideias do sistema. Em 2018 o prédio recebeu uma revitalização onde foi realizada a pintura interna e externa, a troca do banner da fachada e a ampliação das calçadas com paver. Em 2019 trocamos a cobertura por zinco, bem como melhorias no sistema de exaustão do ar do prédio, essas reformas foram prioridades para melhor atender as necessidades dos agricultores familiares, bem como dos clientes que diariamente visitam o nosso Celeiro do Agricultor”, destacou prefeito Osmário Portela.(Com Assessoria).
Nove comunidades rurais participaram da ação, a maioria integra o MST. Desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Fernando Prazeres, presidente da Comissão Estadual de Conflitos Fundiários do Paraná (CEJUSC), esteve presente na ação.
Cerca de 20 caminhões de diferentes tamanhos carregaram as mais de 48 toneladas de mandioca, feijão, arroz, fubá, batata, legumes, frutas e leite doados por famílias camponesas de Quedas do Iguaçu e Espigão Alto do Iguaçu a moradores da região, na última sexta-feira (23). Ao todo foram 2.100 cestas de alimentos e 2.600 litros de leite partilhados na ação solidária que marcou o Dia Internacional da Agricultura Familiar, comemorado neste domingo, 25 de julho.
Os alimentos chegaram a famílias urbanas dos municípios e também da Terra Indígena Rio das Cobras, localizadas em Nova Laranjeiras, formada pelas etnias Kaingang e Guarani. Nove comunidades rurais se uniram para a atividade, como forma de amenizar os efeitos da crise econômica, sanitária e de governo genocida de Bolsonaro. Em todo o Brasil, mais de 116,8 milhões de pessoas não têm o suficiente para se alimentar ou passam fome - segundo pesquisa feita em dezembro de 2020 pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional.
A bênção dos alimentos marcou o início da partilha, na Praça São Pedro, centro de Quedas do Iguaçu, com participação do Padre Carlos de Oliveira Egler, vigário geral da Diocese de Guarapuava, representando o Bispo Dom Amilton Manoel da Silva. Depois de um mês de preparação, o momento da entrega emocionou camponeses e autoridades presentes.
“Hoje é o grande dia da gente poder compartilhar o que nós temos na nossa casa. Às famílias da cidade eu quero estender um grande abraço em nome de toda a companheirada, se sintam abraçados pelos nossos alimentos. Hoje a gente está doando um pouquinho da nossa vida para vocês, e dizendo que há solução sim para fome no Brasil, a solução se chama Reforma Agrária”, disse Jonas Furis, morador do acampamento Dom Tomás Balduíno, de Quedas, e integrante da coordenação do MST, no ato de abertura da ação.
Oito das nove comunidades que participam da ação integram o MST, somando mais de 2 mil famílias: em Quedas do Iguaçu são os assentamentos Celso Furtado e Rio Perdido; e os acampamentos Vilmar Bordin; Dom Tomás Balduíno; Fernando de Lara; e Leonir Orbach. Já em Espigão Alto do Iguaçu estão o acampamento Segunda Conquista (conhecido como Solidor); e o assentamento Primeira Conquista (conhecido como Bracatinga). Também participa da mobilização a comunidade Araucária, de Quedas Iguaçu, não integrante do Movimento.
Além do gesto de solidariedade e protesto contra o crescimento da fome, a iniciativa foi uma forma de comemoração da conquista do Cadastro de Produtor Rural (CAD/PRO) por mais de 800 famílias acampadas em Quedas do Iguaçu. As emissões ocorreram nas últimas semanas, respondendo a uma reivindicação antiga das famílias camponesas acampadas, e também a uma nota técnica emitida pelo Ministério Público do Paraná, publicada em março.
Reconhecimento da Reforma Agrária
As mais de 2 mil famílias envolvidas na mobilização têm em comum a luta pelo direito à terra para produzir alimentos e conquistar uma vida digna. A maior parte das comunidades onde hoje vivem as famílias camponesas já estiveram sob domínio de um único dono, a madeireira Giacomet Marodin, atual Araupel. Pelo menos 83 mil hectares de terras públicas, que abrange diferentes municípios da região, foram adquiridos de forma grilada pela empresa em 1972.
Desde 1996, quando houve a primeira ocupação na região em áreas da empresa, passou a haver a substituição do monocultivo de pinus pela produção de alimentos da agricultura camponesa. Entre as comunidades frutos destas lutas está o assentamento Celso Furtado, com 1200 famílias, maior assentamento de Reforma Agrária da América Latina, e um dos que participou da ação desta sexta.
A confirmação da prática de grilagem veio em agosto de 2017, quando o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) declarou nulos parte dos títulos de propriedade da madeireira Araupel ocupada pelo MST. A determinação foi resultado de uma ação judicial movida pelo Incra, em 2014. Há dez anos, o Instituto contestava a validade dos títulos do imóvel localizado entre os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu.
O desembargador do Tribunal de Justiça do Paraná Fernando Prazeres, presidente da Comissão Estadual de Conflitos Fundiários do Paraná (CEJUSC), esteve presente na abertura das entregas dos alimentos e enfatizou a possibilidade de haver formas pacíficas para resolver os conflitos no campo. “Vejo hoje neste evento o objetivo e a finalidade que deve alcançar no nosso trabalho na Comissão, que é justamente aproximar o campo e a cidade, sem qualquer tipo de conflito. Nós lutamos, e vejo aqui a confluência dos nossos objetivos, por uma sociedade justa, fraterna, igualitária, onde os conflitos fundiários sejam resolvidos de forma consensual”.
A vice-prefeita da cidade Edith Helma Maier reconheceu o papel das famílias agricultoras Sem Terra. “Estou muito emocionada com esse esforço de vocês, por essas mãos dados dos lutadores da comida, os plantadores da saúde e da vida, porque se nós não temos alimentos, nós não temos vida, e vocês são os responsáveis. Essa união que fez vocês virem até aqui é o maior exemplo de que a união faz a força”.
Também estiveram presentes na ação Manoel Caetano, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e advogado da equipe do presidente Lula; Darci Frigo, vice-presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos; Paulo Porto, professor da Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste e indigenista.
“Solidariedade é amor e união”
Jucimar da Silva, conhecida como Pátria Livre, está entre as milhares de famílias Sem Terra da região que ainda lutam pelo direito de permanecer nas áreas onde vivem. A agricultora mora no acampamento Vilmar Bordim, em Quedas do Iguaçu. “Nós estamos em cima da terra, lutando por um alimento saudável, sem agrotóxicos”, explica.
Além de doar parte dos frutos do seu trabalho, ela e o filho fizeram parte do grupo de mais de 50 pessoas que ajudaram no mutirão de montagem das cestas e carregamento dos caminhões, no barracão comunitário do assentamento Celso Furtado. “Eu com mãe da família sei o que é colocar só o arroz na panela e não ter o que dar para o filho, isso é muito triste. Tem muitas famílias que às vezes não têm o pão de cada dia para dar para o seu filho, e hoje nós estamos doando para quem não tem, e isso é muito gratificante”, disse a agricultora, emocionada. A camponesa resume o sentido da palavra solidariedade como “amor e união”.
Iraci Dias, de 61 anos, esteve entre as milhares de pessoas que receberam uma cesta de alimentos em Quedas do Iguaçu. “Eu achei muito bonita a atitude de hoje, só tenho a agradecer”. Ela tem amigos que vivem nas comunidades do MST na região, e admira as conquistas das famílias Sem Terra ao longo dos anos. “Às vezes eles falam ‘Sem Terra’. Sem terra somos nós que moramos na cidade e que não temos”, disse dona Iraci, em tom de brincadeira. Ela vive em uma casa alugada, junto a outros sete familiares.
“A pessoa com salário não pode comprar casa [...]. É bem difícil. A gente que pagar aluguel, tem que pagar, porque se não pagar eu fico na rua. Eu não posso ir morar na rua com meus netos”. A renda da família vem do trabalho do esposo e do filho, que trabalham em Cascavel.
Joraci França, também moradora de Quedas do Iguaçu, sente que a pandemia piorou as condições de vida. “Meu marido está desempregado, trabalhando por dia. Eu não sou aposentada e tenho muitos gastos com remédio. O meu ganho é o Bolsa Família e vem pouco, só 89 reais. Quero agradecer e dar os parabéns a todos que doaram os alimentos. Eu acho muito bom o que estão fazendo, são pessoas trabalhadoras, que gostam de repartir. Muitos criticam, muitos parabenizam, eu nunca critiquei, eu sou a favor do trabalhador”.
Augusto Conde, violinista da Orquestra Sinfônica do Paraná, trouxe a sua arte para o hino do MST. Ele está entre os apoiadores do Movimento que participam do ato de abertura e de bênção da partilha. "A luta contra a desigualdade é uma responsabilidade de todos e todas. É um privilégio usar a nossa arte nesta causa", afirma o músico, que também é militante do coletivo Marmitas da Terra.
Ações de solidariedade do MST na pandemia
As ações fazem parte da campanha nacional do MST em solidariedade a quem enfrenta o desemprego e a fome neste período de crise sanitária e de governo genocida de Bolsonaro. Em todo o país, já foram partilhadas mais de 5 mil toneladas de alimentos e 1 milhão de marmitas.
Com a ação realizada nesta sexta, as famílias Sem Terra do Paraná partilharam mais de 760 toneladas de alimentos saudáveis desde o início da pandemia - de março até agora. Somente as famílias camponesas de Quedas do Iguaçu e Espigão já compartilharam mais de 113 toneladas de alimentos. Foram pelo menos 120 ações de doação de alimentos in-natura e industrializados, com participação de mais de 60 acampamentos e 130 assentamentos do estado.
Desde maio de 2020, o MST também coordena a ação Marmitas da Terra, que produz e distribui refeições a pessoas em situação de rua e moradoras da periferia de Curitiba e Região Metropolitana. Pelo menos 1.100 marmitas são doadas todas as quartas-feiras, num total de mais de 66 mil refeições até agora, produzidas principalmente com alimentos vindos de áreas da Reforma Agrária.
Além das mobilizações na região Centro, outras 300 cestas de alimentos da Reforma Agrária foram doadas para famílias da comunidade urbana Vila União, localizada no Tatuquara, também na capital, no sábado (24). Junto aos alimentos industrializados, cerca de 3 toneladas de alimentos frescos, vindos dos acampamentos Maria Rosa do Contestado e Padre Roque Zimmermann, de Castro, do assentamento Contestado, da Lapa, e do acampamento Maila Sabrina, de Ortigueira. Esta ação é organizada desde junho de 2020 por um grupo de entidades, pastorais, sindicatos e movimentos, entre eles o MST. O Coletivo Marmitas da Terra produziu e distribuiu 2 mil marmitas na última quarta-feira (21), em Curitiba e região.(Com Assessoria MST).
No início deste mês de julho o caminhão Ford/Cargo tipo Furgão ano 2002 foi retirado da Delegacia de Santa Helena através de uma procuração.
Posteriormente foi constatado a falsificação do documento.
Após a retirada a Polícia Civil começou a investigação para encontrar o caminhão, sendo que a Polícia Civil de Quedas do Iguaçu logrou êxito em encontrar o caminhão e entregar para o verdadeiro proprietário nesta segunda dia 26, na Delegacia de Quedas do Iguaçu.










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