As comemorações do dia da Independência deste ano serão realizadas de uma forma diferente, focando em integrar a população por meio de atividades recreativas, sendo assim, o município promove o primeiro torneio de Independência em parceria com a Associação Comunitária de Moradores de Pinhão – ACOMUP.
As atividades estão previstas para o dia 07 de Setembro com inicio às 09h da manhã com um jogo de futebol como abertura entre os alunos e atletas da escolinha furacão.
As 10h está previsto o Ato representativo sobre o dia 07 de Setembro. No período da tarde acontecerão as atividades de recreação.
Mais de 100 professores com funcionários da secretaria de educação participaram na manhã desta quarta dia 22, nas dependências do Centro Cultural, da palestra com o professor Nailor Marques Junior.
“O Papel do Professor” (como se intitula a palestra) segundo Nailor “é uma mensagem de esperança de professor pra professor”. “Não viemos aqui pra ensinar alguém a fazer nada, todos sabem o que estão fazendo” explica. “A educação brasileira vem sofrendo um ciclo histórico de “massacre”, o estado criando dificuldades em propor educação de qualidade, isso envolve uma série de coisas fazendo muitos professores se desestimularem”. Junior salientou que sua palestra leva a mensagem que “o professor não tem o direito de desistir, tem que continuar ensinando e ensinando”. “A gente pode escolher aquilo que queremos plantar e vai colher aquilo que plantou, se nossos professores não plantarem coisas boas, a tendência é que o mundo fique pior ainda do que é”.
O objetivo do evento Cooperjovem patrocinado pelo Sicoob em conjunto com a Secretaria de Educação é trabalhar buscando parcerias e desenvolvendo projetos de melhorias tanto no pedagógico quanto na estrutura das escolas, ou seja, trabalhando com o Cooperativismo buscando parcerias com as empresas, pais, professores e alunos.
“O mais importante de tudo isso são as pessoas que trabalham com essas ações que se transformam em aprendizagem”, declarou a secretária de educação, Janice Barbieri. “E os resultados para as crianças serem preparados para inserir ativa e criticamente na nossa sociedade”. (Com Jornal Expoente)
O complexo processo judicial envolvendo o confronto entre a PM (Polícia Militar) e integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra) - que ocorreu no acampamento Dom Thomás Balduino em Quedas do Iguaçu em abril de 2016 - teve um importante desdobramento.
Neste mês, a Justiça negou um pedido feito pelo MP (Ministério Público) para arquivar o processo que investiga as duas mortes que ocorreram durante o tiroteio. A juíza Fernanda Orsomarzo também decidiu remeter o caso para o Procurador Geral de Justiça do Paraná, Ivonei Sfoggia.
"Indefiro o pedido de arquivamento formulado pelo Ministério Público e, via de consequência, determino a remessa do presente procedimento investigatório ao Excelentíssimo Procurador Geral de Justiça do Estado do Paraná".
No tiroteio de 7 de abril de 2016, foram mortos os integrantes do MST, Vilmar Bordim e Leonir Orback. Outros dois militantes ficaram feridos: Pedro Francelino e Henrique Gustavo Souza Pratti, que foram presos mas depois liberados.
A Promotoria entendeu que os policiais agiram em legítima defesa ao efetuarem os disparos. No entanto, a juíza Fernanda Orsomarzo, teve outro entendimento.
"O ato de arquivar o presente procedimento envolve imensurável responsabilidade por parte desta magistrada, sobretudo porque, repita-se, diz respeito à morte de duas pessoas. Dar cabo sumariamente à discussão demanda prova inequívoca de que os policiais, usando moderadamente dos meios necessários, repeliram injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem".
Para a magistrada, há diversas contradições nos depoimentos e fatos que precisam ser esclarecidos, como quem atirou primeiro, o que provocou a reação da polícia e dos seguranças da empresa Araupel e também quem provocou incêndios que foram registrados no acampamento.
"Não se sabe ao certo o que desencadeou a ação policial, tampouco os motivos pelos quais seis policiais, na companhia de vigilantes armados da empresa Araupel (um deles ocupando a viatura), deslocaram-se ao local. Também não se sabe ao certo se o incêndio estava ocorrendo no dia dos fatos ou se já havia ocorrido no dia anterior. Não se sabe quem apoiou quem ou de quem partiu a ordem de ação: enquanto os policiais militares afirmam que foram acionados para prestar apoio aos policiais ambientais, estes últimos dizem que teriam recebido ordem para acompanhar aos funcionários da empresa Araupel", concluiu Fernanda Orsomarzo.
Embora os policiais tenham afirmado que agiram em legítima defesa e o MP tenha este mesmo entendimento, a juíza escreveu que isso não ficou cabalmente provado.
"Acontece que os depoimentos que afirmaram que o primeiro disparo partiu do grupo de integrantes do MST são, em sua totalidade, de policiais militares diretamente envolvidos no confronto e, portanto, interessados no deslinde do feito. Não há como a eles conceder valor probante absoluto, a ponto de fundamentar o arquivamento com base na legítima defesa."
A mesma exigência de prova cabal ela remete à afirmação de que o MST efetuou o primeiro disparo. Em determinado de trecho, ela levanta, inclusive, a possibilidade de que MST não tenha atirado nenhuma vez porque não foram encontradas munições e porque nenhuma das viaturas da PM foram atingidas nem mesmo de raspão.
"O fato de não terem sido localizadas quaisquer munições deflagradas que comprovem cabalmente que ao menos um tiro foi disparado no dia dos fatos pelos integrantes do MST (as viaturas policiais não foram atingidas sequer de raspão) revela a necessidade de instrução dos autos perante este Juízo".
A juíza também enumera que os agentes policiais atiraram 153 vezes.
"Exige-se a certeza. Em um cenário no qual foram disparados, comprovadamente, 153 tiros pelos agentes policiais, sem prova cabal de que um tiro sequer tenha sido feito pelos integrantes do MST, não há como encerrar a discussão com base em presunções ou, ainda, com fundamento na palavra dos próprios policiais diretamente envolvidos no episódio".
Outro trecho que chama a atenção na decisão, é que teria havido excesso de legítima defesa dos policiais e que isso deve ser considerado pelo Judiciário.
"Ainda que restasse demonstrado que o primeiro tiro partiu dos integrantes do MST, eventual excesso na legítima defesa dos policiais militares deveria ser levado ao exame do Poder Judiciário".
Na mesma decisão, a juíza determinou a suspensão da denúncia de crime de resistência qualificada contra os agricultores ligados ao MST, Rudmar Moeses, Claudir Braga, Antonio de Miranda e Valdemir Xalico de Camargo. (Com Catve)
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou, nesta terça- dia 21, seis pessoas por fraude a uma licitação de coleta de lixo em Laranjeiras do Sul.
Trata-se da segunda denúncia no âmbito da Operação Container, que foi deflagrada em 24 de julho pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em parceria com o Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria). Durante a ação, 12 pessoas foram presas.
Entre os denunciados nesta terça-feira, estão cinco empresários e uma ex-secretária municipal do Meio Ambiente de Laranjeiras do Sul (gestão 2013-2016). De acordo com a apuração do MP-PR, todos têm envolvimento com a fraude a uma licitação do município para contratar uma empresa para transporte e destinação final de resíduos sólidos não recicláveis, em 2014.
Segundo o MP-PR, o valor do contrato obtido com a fraude à licitação foi de R$ 594 mil.
Três dos denunciados devem responder, também, pelo crime de falsidade ideológica por terem apresentado um documento falso na fase interna do processo de licitação, de uma empresa que não presta o serviço que estava sendo contratado.
“Tudo isso com o intuito de simular a existência de pesquisa de preços na fase interna do referido certame e fixar o preço máximo do certame conforme a conveniência de outra empresa do mesmo grupo econômico”, diz a denúncia.
Veja quem são os denunciados:
Augustinho Stang, do Grupo Stang: fraude a licitação e falsidade ideológica. Segundo a denúncia do MP-PR, está preso em Laranjeiras do Sul;
Andrei Rafael Stang, do Grupo Stang: fraude a licitação e falsidade ideológica. Segundo a denúncia do MP-PR, está preso em Laranjeiras do Sul;
Antônio Stang, do Grupo Stang: fraude a licitação e falsidade ideológica;
Gilmar Jose Perin, do Grupo Perin: fraude a licitação. Segundo a denúncia do MP-PR, está preso em Laranjeiras do Sul;
Adelides Maria Perin, do Grupo Perin: fraude a licitação;
Rosangela Maria Anghinoni Ramos, ex-secretária de Meio Ambiente de Laranjeiras do Sul: fraude a licitação. (Com G1PR)
Por volta das 20h40min desta terça dia 21, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de roubo na Rua José Aires de Oliveira, no centro.
No local uma mulher relatou que estava caminhando com sua sobrinha quando foram abordadas por seis jovens, sendo que um deles estava armado com uma faca, o qual deu voz de assalto às vítimas.
Logo após, os meliantes roubaram da mulher um celular Sansung J 500 e 30 reais e saíram andando pela rua.
Com as informações repassadas pelas vítimas a PM realizou patrulhamento e logrou êxito em localizar 4 dos 6 elementos, tratando-se de 4 adolescentes, sendo que com eles foi localizado o celular roubado e a faca utilizada no assalto, eles foram reconhecidos pelas vítimas com sendo os autores do roubo.
Foi dada voz de apreensão aos infratores os quais foram encaminhados à 2ª SDP de Laranjeiras do Sul para as providências.
O Conselho Tutelar também foi acionando para acompanhar os infratores.
O prefeito Osmário Portela, professor de formação tem investido pesado na educação desde o primeiro dia de seu mandato, iniciado em janeiro de 2017.
Além de ampliações e reformas, valorização dos profissionais da área, implantação do tão esperado uniforme escolar, melhoria no transporte, reativação do polo da UAB que já atende aproximadamente 280 alunos, agora o município deverá contar com o polo de uma das faculdades mais importantes do país em ensino semi presencial e a distância.
O encontro entre o prefeito Osmário Portela e o representante da Unicesumar, professor Wanderlei, que também é diretor do polo da faculdade em cascavel a doze anos foi provocado pelo secretário de Indústria, Comércio e Turismo Marcelo Corona e contou ainda com o diretor de transporte Carlos Cassemiro, representando a secretária de educação Ana Rosa Gregório.
Durante a conversa, professor Wanderlei afirmou o interesse da instituição na instalação do polo e disse que os principais benefícios imediatos para Guaraniaçu serão os mais de 44 cursos de graduação e pós graduação ofertados aqui sem o aluno precisar sair da sua cidade, além dos empregos diretos e indiretos que serão criados, já que os profissionais que atuarão no polo serão contratados aqui.
O prefeito Osmário Portela acredita que dentro de poucos meses o polo da Unicesumar poderá estar sendo inaugurado no municipio e garantiu o espaço em comodato através da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo, tendo em vista a geração de empregos, convênio de desconto para servidores públicos e seus dependentes, além de bolsas de estudos direcionadas para alunos carentes de escolas públicas de acordo com disponibilidade a cada vestibular.
O secretário de Indústria, Comércio e Turismo Marcelo Corona e da Educação Ana Rosa Gregório cuidam dos trâmites legais para que tudo aconteça o mais rápido possível e assim Guaraniaçu possa dar mais esse grande passo firmando-se como o mais importante polo educacional da nossa região.






















