Na tarde de domingo (08), por volta das 16h, a equipe da Polícia Militar foi acionada por meio de mensagens enviadas ao telefone do destacamento policial, informando que na Vila Caçula, estaria ocorrendo uma briga familiar, com a informação inicial de que um homem estaria agredindo uma mulher.
No local, em contato com a vítima, mulher de 18 anos, esta relatou que foi agredida por sua irmã, informando que as agressões ocorreram na data de hoje e que solicitou a ajuda de vizinhos para acionar a equipe policial. A vítima afirmou ainda que não se tratava da primeira ocorrência de agressão, relatando também ter sofrido ameaças, inclusive de morte, direcionadas a ela e a seu filho de 1 ano de idade.
Segundo o relato, o companheiro da vítima tentou intervir na situação, sendo também agredido, porém não se encontrava na residência no momento da chegada da equipe policial. Por receio de novas agressões, a vítima manifestou interesse em pernoitar na residência de um familiar, sendo então conduzida pela equipe policial, juntamente com seu filho, até o local indicado, onde permaneceu em segurança.
A equipe policial realizou patrulhamento nas imediações com o objetivo de localizar a autora das agressões, contudo não obteve êxito. As partes envolvidas foram devidamente orientadas quanto aos procedimentos legais cabíveis, sendo registrado o boletim de ocorrência.
Na noite de sábado (07), por volta das 20h40, a Polícia Militar atendeu caso de violência doméstica na PR-364, em Cantagalo.
A vítima, mulher de 42 anos residente em Curitiba, passava o fim de semana na casa da mãe quando o companheiro de 43 anos chegou bêbado, tentou levar o filho de 2 anos e iniciou discussão com ofensas.
O homem danificou o celular dela para impedir chamado à polícia, a comunicação veio pelo telefone da mãe. Ele pegou a chave da casa e fugiu antes da PM chegar. Buscas nas proximidades não o localizaram.
A vítima foi orientada sobre os procedimentos cabíveis.
Na manhã de sábado (07), por volta das 11h, uma mulher de 24 anos foi ao Destacamento da Polícia Militar de Cantagalo registrar um boletim de ocorrência por ameaça.
Segundo o relato, ao chegar à residência, ela foi abordada por outra mulher sem motivo aparente, que proferiu ameaças verbais e exigiu que deixasse o local com o filho.
Com a chegada da irmã da vítima e de outra mulher, a autora fugiu em um veículo branco.
A vítima foi orientada quanto aos procedimentos cabíveis.
Na noite de sexta-feira (30), por volta das 19h30, a Polícia Militar atendeu ocorrência de perturbação do sossego em Cantagalo.
Um comerciante relatou que uma mulher chegou gritando e ameaçando danificar as portas do estabelecimento, causando transtorno.
Ao ligar para a PM, o solicitante informou que ela fugiu a pé. Ele disse não conhecer a autora nem o motivo das ameaças. Policiais patrulharam a área sem localizá-la e orientaram o comerciante sobre procedimentos legais.
Na noite de terça-feira (27), por volta das 22h30, a Polícia Militar atendeu desentendimento familiar na Rua Paraná, bairro Caçula, em Cantagalo, após abordagem de mãe de 64 anos relatando que a filha de 31 anos danificava objetos na residência e arranhava o carro do irmão de 34 anos.
No local, a mulher barrou a entrada e desobedeceu ordens para se afastar do veículo do irmão, onde queria pegar o celular. Em descontrole emocional, chutou um policial, tentou morder agentes e resistiu ativamente, exigindo imobilização com algemas.
Conduzida ao Pelotão da PM, acalmou-se e teve as algemas retiradas. Foi levada à UPA para laudo de lesão corporal e à Subdivisão Policial para procedimentos cabíveis.
Paulo Donizeth Gimenes, conhecido como "Detão", de 48 anos, foi capturado na segunda-feira (26) após 21 anos fugindo da Justiça, em Campo Largo (região metropolitana de Curitiba). Ele usava identidade falsa, com nome "Donizete" (uma letra diferente) e data de nascimento alterada em um mês, e é réu por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que impossibilitou defesa da vítima).
O crime ocorreu em 6 de janeiro de 2005, em Cantagalo, no Paraná. Paulo matou Salmo Barbosa com tiros na nuca, pelas costas, na margem da BR-277, por vingança, ele acreditava que Salmo era responsável pelo afogamento de seu cunhado Jhony Fidêncio de Almeida em um rio, apesar de investigações confirmarem acidente. "Paulo surpreendeu a vítima pelas costas, efetuando disparos fatais na cabeça sem chance de reação", detalha o MP-PR.
Denunciado em 2005 com mandado de prisão, ele não foi localizado, suspendendo o processo (evitando prescrição). Ministério Público e Polícia Civil conduziram as buscas que levaram à detenção. Com a prisão, o julgamento será retomado.




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