Golpe do Bolsa Família atrai 600 mil vítimas no WhatsApp

Usuários do WhatsApp foram vítimas de mais um golpe. Dessa vez, a falsa mensagem informava que os beneficiários do programa Bolsa Família, do governo federal, teriam direito a receber um valor de R$ 954.

 

Pelo menos 600 mil pessoas teriam caído no golpe, de acordo com a empresa Psafe. O golpe teria começado a circular pelo app desde quarta dia 25.

 

As pessoas precisariam responder a três perguntas e compartilhar a mensagem para mais 10 pessoas para dar início ao processo para receber o dinheiro.

 

 

Após o compartilhamento, a pessoa é redirecionada para outra página falsa para fazer o suposto cadastro. É nessa hora que a pessoa acaba fazendo downloads - que contém outros apps maliciosos. Eles infectam o celular e o deixam vulnerável - o que poderá tornar a pessoa vítima de outros golpes.

 

De acordo a PSafe, cerca de 40 mil acessos por hora à páguna falsa têm sido bloqueados pelo app da empresa. (Com Gazeta do Povo)

 

 

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Nova aposta nacional: modelo foi descoberta no cemitério

Com 1,62m, considerada baixa para os padrões de passarela, a platinada Beatriz Rosa, fechou contrato com a agência Ford e já tem vários clientes de olho. Ela é o que considera-se no meio fashion o 'talk of the town' da temporada.

 

Ao contrário das colegas, descobertas no shopping ou na porta do colégio, ela foi "encontrada" num cemitério de sua cidade natal, Jacareí, ajudando os pais na manutenção dos túmulos, noticiou o jornal 'O Globo'.

 

 

A jovem trabalhava no local ajudando os pais. Quem viu potencial na new face foi uma senhora que passava por lá e a indicou para sua irmã, que é fotógrafa.

 

"O trabalho no cemitério é como qualquer outro. Trabalho para ajudar meus pais e também comprar minhas coisas. Nunca tive medo. Desde pequena, eles me ensinaram que este é o ciclo de vida, por isso aprendi a respeitar muito as pessoas sepultadas ali. Sempre enxerguei como algo normal", contou com a sabedoria que contradiz a idade que tem.

 

 

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Eleições 2018: Termina em 9 de Maio o prazo para tirar e transferir Título de Eleitor

Os cidadãos brasileiros que pretendem votar nas Eleições Gerais de 2018 têm até o dia 9 de maio (151 dias antes do pleito) para solicitar à Justiça Eleitoral seu título de eleitor.

 

O prazo também vale para os eleitores alterarem seus dados cadastrais ou transferirem seu domicílio eleitoral. O primeiro turno das eleições deste ano será realizado no dia 7 de outubro.

 

De acordo com o Calendário Eleitoral 2018, 9 de maio é ainda a data-limite para que o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida solicite sua transferência para uma seção eleitoral com acessibilidade. Do mesmo modo, esse é o prazo para que os presos provisórios e os adolescentes internados que não possuam título regular façam o alistamento eleitoral ou solicitem a regularização de sua situação para votar em outubro.

 

Ao se dirigir ao cartório eleitoral, o cidadão deve levar consigo os seguintes documentos: título de eleitor, caso o possua; um comprovante de residência (sempre que possível, em nome do eleitor e, para os casos de transferência, com antecedência mínima de três meses); um documento oficial de identificação pessoal contendo, no mínimo, nome, filiação, data de nascimento e nacionalidade; e o comprovante de quitação militar, quando do sexo masculino.

 

 

As regras estão previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e na Resolução nº 21.008/2002.

 

Alistamento eleitoral

 

Segundo a Constituição Federal, em seu artigo 14, parágrafo 1º, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os maiores de 18 anos. Todavia, brasileiros de 16 e 17 anos também podem tirar o título de eleitor. O procedimento é simples e pode ser iniciado pela Internet, por meio do Título Net.

 

Depois de fazer a solicitação on-line, o cidadão deve comparecer às unidades de atendimento da Justiça Eleitoral, munidos da documentação exigida, para concluir os serviços pedidos e receber o título. Em caso de não comparecimento do cidadão, o requerimento será invalidado.

 

Ao iniciar o pedido pelo Título Net, será informada ao cidadão a unidade de atendimento à qual deverá comparecer. Caso o sistema não consiga identificar a zona eleitoral à qual o cidadão será vinculado, este deverá, então, comparecer ao cartório eleitoral mais próximo de sua residência. Esses endereços podem ser obtidos em consulta aos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais.

 

Os pedidos de transferência de domicílio e revisão de dados cadastrais também podem ser iniciados pelo Título Net e concluídos no cartório eleitoral. 

 

 

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CMN padroniza juros para clientes que não pagam rotativo do cartão

Os clientes que pagarem menos de 15% da fatura do cartão de crédito e caírem na modalidade de rotativo conhecido como não regular pagarão menos juros a partir de junho. O Conselho Monetário Nacional (CMN) limitou e padronizou os juros para essa modalidade, regulamentando decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

Até agora, o cliente que pagava menos de 15% da fatura migrava para o crédito rotativo não regular, que cobra juros mais altos. Quem pagava a partir de 15% e menos que 100% passava para o rotativo regular, com taxas mais baixas. Na reunião de hoje, o CMN extinguiu a diferenciação. Haverá apenas um único tipo de crédito rotativo.
Seguindo decisão do STJ, os bancos podem cobrar 2% de multa (sobre a dívida total) e 1% ao mês de juros de mora em caso de inadimplência. Até agora, os bancos cobravam a multa e os juros de mora mais uma taxa punitiva de quem caía no crédito rotativo não regular.

 

De acordo com o diretor de Regulação do Banco Central, Otavio Damaso, a mudança resultará em juros mais baixos para quem cai no crédito rotativo. "Haverá uma migração das taxas do crédito não regular para o regular", declarou.

 

Desde o ano passado, o crédito rotativo está limitado a 30 dias. Depois desse prazo, o cliente faz uma nova operação para parcelar a dívida com a operadora do cartão. Esse prazo continua valendo e não foi mudado.

 

Fundo Garantidor

 

O CMN também reduziu a parcela que os bancos são obrigados a repassar ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre prejuízos de até R$ 250 por conta em cada banco e de até R$ 1 milhão por CPF em caso de quebra da instituição financeira. A alíquota passou de 0,0125% para 0,01% sobre os saldos das operações garantidas.

 

 

De acordo com o Banco Central, a alíquota mais alta era necessária para proteger o sistema financeiro quando o FGC foi criado, no fim dos anos 1990, após diversos bancos quebrarem. A maior segurança atual dos bancos, informou a autoridade monetária, permite reduzir a alíquota. O Banco Central não soube estimar o quanto a medida libera em montante de crédito.

 

Apesar de reduzir a alíquota para todos os bancos, o CMN criou uma alíquota adicional de 0,01% para determinados tipos de operações financeiras de bancos pequenos e médios. Esse percentual vai incidir sobre captações que as instituições financeiras fazem que poderiam ser intermediadas por outros bancos, apenas se o tipo de operação ultrapassar quatro vezes o patrimônio líquido ajustado da instituição financeira.

 

Segundo o Banco Central, poucos bancos pequenos e médios encontram-se nessa situação. A alíquota adicional, esclareceu o órgão, tem como objetivo coibir bancos que oferecem investimentos arriscados com o pretexto de que as aplicações estão protegidas pelo FGC. (Com Agência Brasil)

 

 

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PF identifica argentinos que recebem aposentadoria brasileira em SC

A Polícia Federal deu cumprimento a oito mandados de busca e apreensão em Dionísio Cerqueira, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Federal em São Miguel do Oeste/SC, nesta terça dia 24.

 

Os mandados foram expedidos para os endereços que se acham cadastrados para aproximadamente 80 benefícios previdenciários, alguns já cessados, em locais conhecidos popularmente na cidade como "casa de argentino".

 

O início dessas investigações se deu por apuração do INSS, quando o órgão constatou que em Dionísio Cerqueira, paga-se benefícios em proporção de cidades que chegam a ter 300 mil habitantes. Isso levantou a principal suspeita já que a cidade catarinense tem pouco mais de 15 mil habitantes.

 

 

Ao iniciar a revisão de benefícios suspeitos, esses oito endereços se mostraram aqueles em que há mais há benefícios cadastrados.

 

Apurou-se que, geralmente, se trata de brasileiros que moram na Argentina, ou que moraram no país vizinho a maior parte da vida. Quando atingem a idade para obter algum benefício previdenciário, por intermédio de agenciadores, providenciam documentos brasileiros que geralmente não tinham, e celebram falsos contratos de aluguel para comprovar a residência.

 

Por ocasião das buscas também foi apreendido um veículo argentino que se achava na casa de uma das pessoas, o que, em tese, configura crime de descaminho. Também foi encontrada uma central clandestina de transmissão de sinal de internet para o território argentino, o que configura crime contra o sistema de telecomunicação. (Com Portal Tri)

 

 

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