Bets começam a informar bancos sobre R$ 1,3 bilhão a devolver

As empresas de apostas on-line autorizadas a operar no Brasil começam nesta quarta-feira (7) a informar aos bancos os saldos que ainda estão nas contas dos apostadores. Ao todo, R$ 1,325 bilhão de cerca de 26,5 milhões de pessoas aguardam devolução após o fim das operações das bets no país.

Os dados, separados por Cadastro de Pessoa Física (CPF) e vinculados à conta bancária usada nos depósitos, deverão ser enviados pelas plataformas até quinta-feira (8). Com essas informações, as instituições financeiras terão de devolver os valores de 9 a 14 de outubro.

Veja os números

  • R$ 1,325 bilhão ainda aguarda devolução;
  • 26,5 milhões de apostadores têm saldo nas plataformas;
  • 86,2 milhões de contas têm menos de R$ 1;
  • R$ 15,5 milhões estão nessas contas com saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99;
  • 188 sites legalizados tiveram a autorização cancelada;
  • 13.241 sites ilegais foram encaminhados para bloqueio.

Como será a devolução

Os bancos deverão transferir os valores diretamente para as contas utilizadas pelos apostadores para fazer os depósitos nas plataformas.

O cronograma definido pelo governo estabelece:

  • 7 e 8 de outubro: bets enviam aos bancos os saldos por CPF e os dados bancários;
  • 9 a 14 de outubro: bancos fazem a devolução aos apostadores;
  • 14 de outubro em diante: valores que não puderem ser devolvidos são encaminhados à Caixa Econômica Federal;
  • após o repasse à Caixa: a instituição fica responsável por concluir a restituição.

O prazo para o saque voluntário diretamente nas plataformas terminou às 23h59 de segunda-feira (5).

Saldo pulverizado

Grande parte dos valores ainda não retirados está concentrada em contas com quantias muito pequenas.

Segundo o governo, 86,2 milhões de contas têm saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99. Juntas, elas somam R$ 15,5 milhões.

O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode ter cadastro em mais de uma plataforma.

 

 

 

 

por -Agência Brasil

Produtores rurais têm até 11 de outubro para adquirir fertilizante da Sanepar

Produtores rurais têm até domingo (11) para adquirir o SaneBio, fertilizante agrícola desenvolvido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Ainda estão disponíveis cerca de 2,7 mil toneladas do produto com destinação para agricultura. A previsão é que um quarto edital seja lançado até o fim deste ano. A iniciativa faz parte do programa de Valoração do Lodo Agrícola.

Neste terceiro edital, foram disponibilizadas 5.580 toneladas do produto, mais que o dobro do volume distribuído na primeira fase do programa, em março deste ano. Nos dois primeiros editais, todo o lodo disponível foi adquirido e vários agricultores ficaram em lista de espera para lotes subsequentes.

A maior quantidade neste terceiro edital é para as regiões de Curitiba e Ponta Grossa. Os resultados conseguidos pelo SaneBio são amplamente reconhecidos pelos usuários, com comprovação técnica e científica, além de premiações nacionais e internacionais.

PORTE E REGIÃO - O lodo agrícola da Sanepar pode ser solicitado por produtores rurais de qualquer porte, de qualquer região do Paraná, mediante cadastro online, apresentação de documentos pessoais, comprovação de residência, informação de espécie cultivada, tamanho da área de aplicação e análise de fertilidade do solo.

Todos os requisitos e documentos necessários estão na página do edital, onde é possível fazer a inscrição para participar. No site também é possível conferir os locais de produção do SaneBio para que o solicitante verifique a distância.

O biossólido oferecido a pessoas físicas e jurídicas (proprietárias, arrendatárias ou representantes legais de propriedades rurais) pelo programa de Valoração do Lodo Agrícola tem um custo simbólico, que pode variar entre R$ 20 e R$ 100 por tonelada do produto, conforme o tipo – a classificação consta no edital e varia de acordo com o tratamento do lodo.

PRAZOS PARA PAGAMENTO E RETIRADA - As solicitações são atendidas por ordem de inscrição concluída e, após receber a documentação do produtor, a Sanepar tem até 20 dias úteis para analisar e comunicar sobre a habilitação. Após gerada a fatura – composta pelo valor do lodo e o valor do transporte, se for feito pela Sanepar –, o produtor tem até dez dias corridos para fazer o pagamento. Neste período, o lodo fica reservado ao solicitante.

Não havendo pagamento, o volume volta a ficar disponível para outro produtor. Feito o pagamento, o produtor tem até 15 dias corridos para retirar o fertilizante em uma das Unidades de Gerenciamento de Lodo (UGL) indicadas pela Sanepar e até 30 dias corridos após o transporte para fazer a aplicação no solo. No ato do credenciamento, o produtor deve solicitar, no mínimo, 50 toneladas.

Todas as informações estão disponíveis na página do programa. Os agricultores podem enviar dúvidas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

SOBRE O PROGRAMA – O SaneBio é tratado e higienizado sob rigorosos padrões técnicos e ambientais. Rico em matéria orgânica, nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes, contribui para a fertilidade do solo e ajuda a reduzir custos com fertilizantes e corretivos. Quando higienizado com cal, também atua na correção da acidez. Cada lote é acompanhado de um laudo prévio da Companhia, e a aplicação segue projeto agronômico também elaborado pela Sanepar.

A destinação do lodo é um dos maiores desafios do saneamento básico mundial. Somente em 2025, o gerenciamento de quase 300 mil toneladas de lodo úmido geradas nas 269 estações de tratamento de esgoto (ETEs) da Sanepar demandou um investimento da Companhia superior a R$ 60 milhões. Através da valoração do lodo de esgoto com o SaneBio, a Sanepar garante ao produtor rural o recebimento de um insumo agrícola de alta qualidade, com preço competitivo e previsibilidade para o planejamento da próxima safra agrícola.

 

 

 

 

 

Por- AEN

Estado lança guia prático com orientações às escolas em preparação para o El Niño

A Coordenadoria Estadual da Defesa Civil (Cedec) e a Secretaria da Educação do Paraná, por meio do Programa Brigadas Escolares, prepararam um guia prático com orientações específicas para situações de vendaval, granizo, inundações e alagamentos (internos e externos) nas regiões das unidades de ensino. A medida foi adotada diante da previsão de forte influência do fenômeno El Ninõ para os meses de outubro e novembro no Sul do país.

O material vai servir como base para diretores, professores e demais colaboradores das escolas prepararem ações em resposta a possíveis eventos severos no ambiente escolar. O lançamento será em live no youtube às 19h desta terça-feira (6). Com base nos novos protocolos constantes no guia, a rede estadual de ensino fará o treinamento dos 2.474 mil colégios estaduais e escolas de ensino especial. O calendário dessas atividades está previsto ocorrer entre os meses de outubro e novembro em todas as unidades.

PROGRAMA - O material criado pela equipe do Programa Brigadas Escolares poderá ser baixado de maneira gratuita no site da Cedec www.defesacivil.pr.gov.br. O guia com 23 páginas foi desenvolvido para orientar os simulados de edificação, que são praticados quatro vezes por ano na rede estadual de educação e escolas especiais.

Desde 2015,o Programa Brigadas Escolares atua na preparação, prevenção, mitigação e resposta a situações adversas no ambiente escolar que possam oferecer risco a alunos, professores e demais funcionários. Nestes 11 anos o trabalho se manteve concentrado na capacitação de servidores sobre noções de primeiros socorros e no combate a princípios de incêndio.

Também são realizados treinamento dos alunos nos simulados de abandono de edificação, para saída célere e organizada dos locais em situações que ofereçam risco.

FENÔMENO - De acordo com coronel Ivan Fernandes, da Defesa Civil Estadual, coordenador geral do Programa Brigadas Escolares, o agravamento do fenômeno El Niño, já com atuação muito forte no Sul do país, gerou a necessidade de criar um material orientativo específico para o ambiente escolar.

“Vamos passar pelos momentos mais críticos em outubro e novembro. Por isso, pela primeira vez, realizaremos simulados de abandono voltados para casos de vendaval, granizo, inundação ou alagamento”, explica o coordenador. “A expertise do Programa Brigadas Escolares permitiu à nossa equipe criar um guia para orientar ações de preparação, válidas tanto para instituições da primeira infância até o ensino superior”, destaca.

Em situações de emergência, é fundamental que todos saibam como agir de forma segura. Em caso de um princípio de incêndio, por exemplo, a orientação é deixar a edificação de maneira organizada e rápida, seguindo o protocolo de evacuação, até um ponto seguro.

"Já em situações relacionadas ao excesso de chuva ou aos ventos fortes, as orientações são diferentes: a recomendação é permanecer na edificação, afastado das janelas, e buscar proteção em espaços onde as estruturas são mais robustas, como corredores”, destaca Roni Miranda, secretário da Educação do Paraná.

COMO PLANEJAR OS SIMULADOS - O guia reúne um passo a passo sobre como planejar e treinar o simulado de acordo com a situação escolhida. Caberá à direção da instituição de ensino avaliar qual o cenário mais vulnerável para esses locais e definir o protocolo adotado. Também é parte essencial da preparação acompanhar a previsão do tempo, os Boletins de Gestão de Risco e os alertas emitidos para os celulares pela Defesa Civil Estadual a partir do cadastro de SMS no 40199 e no WhatsApp  (61) 2034-461.

O guia orienta, ainda, a adoção de sinal sonoro diferenciado para dar início ao protocolo em caso de necessidade. Em cada cenário serão adotadas práticas diferenciadas.

Situações de vendaval e granizo requerem distância segura de portas e janelas próximas às áreas externas. Nestes casos, é indicada a permanência dos alunos na sala de aula, no ponto mais distante da janela, abrigados embaixo das carteiras com as mochilas e protegendo a cabeça. Já para inundações e alagamentos, o ideal é a condução dos estudantes para os pontos mais altos da edificação.

 

 

 

 

POr - AEN

Paraná retoma normalidade após queda de casos e óbitos por síndromes respiratórias

Com queda sustentada nas últimas seis semanas epidemiológicas, o Paraná retornou ao nível Zero classificado como cenário de normalidade no Plano de Contingência para Vírus Respiratórios da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Até a Semana Epidemiológica 39, o Estado registrou 21.014 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) hospitalizados e 1.021 óbitos. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as reduções são de 14,1% nos diagósticos e de 34,7% nas mortes.

O cenário de normalidade tem como base dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep) e é caracterizado pela estabilidade dos indicadores e pela circulação viral habitual. A retomada da normalidade não interrompe o acompanhamento da doença. A Sesa mantém as atividades de rotina das vigilâncias sentinela e universal, com atenção para a identificação de surtos localizados, alterações no padrão epidemiológico e preparação para os períodos sazonais.

O secretário estadual da Saúde, César Neves, avalia que o resultado é consequência da atuação integrada do Governo do Estado, com decisões baseadas no monitoramento dos indicadores, organização da rede de assistência e proteção dos grupos mais vulneráveis.

“Retornar ao cenário de normalidade é uma conquista importante para o Paraná, mas não significa baixar a guarda. A queda sustentada dos casos e dos óbitos mostra que o planejamento, a vigilância e a vacinação produziram resultados concretos. Seguiremos acompanhando os indicadores e preparados para agir rapidamente diante de qualquer mudança”, afirmou César Neves.

IMUNIZAÇÃO E CONTROLE DA DOENÇA - O planejamento da imunização foi um dos fatores que contribuíram para o controle das doenças respiratórias no Estado. O Paraná estendeu o período de vacinação prioritária para os grupos mais vulneráveis, com foco em idosos, crianças menores de seis anos e gestantes, antes de ampliar a oferta para a população em geral.

Neste ano, até o início de outubro, foram aplicadas mais de 3,4 milhões de doses no Paraná, com cobertura vacinal de 56,4% entre os grupos prioritários. A estratégia buscou proteger primeiro as pessoas com maior risco de agravamento e hospitalização, especialmente nos extremos de idade e durante o período de maior circulação dos vírus respiratórios.

A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, afirma que a imunização, associada à vigilância e à organização da assistência, foi essencial para reduzir as formas graves da doença. “A vacinação planejada permitiu concentrar esforços nos grupos que mais precisam de proteção e ampliar essa proteção de forma gradual. Quando aliamos cobertura vacinal, diagnóstico oportuno, atendimento organizado e informação de qualidade, conseguimos reduzir complicações e salvar vidas”.

A Sesa reforça que a população deve manter os cuidados preventivos e procurar os serviços de saúde diante de sinais de agravamento. A Secretaria continuará divulgando informações sobre a circulação dos vírus respiratórios, a vacinação e as medidas recomendadas para reduzir a transmissão e evitar complicações.

VIGILÂNCIA MANTÉM AÇÕES DE ROTINA - No cenário de normalidade, a Sesa continua com o monitoramento e observação da circulação de vírus por meio das unidades sentinelas e com acompanhamento da ocupação de leitos e dos casos suspeitos e confirmados de síndromes respiratórias agudas graves.

Também permanecem os fluxos de atendimento nas portas de entrada, a notificação e investigação de casos, a classificação de risco e a orientação sobre medidas de prevenção e uso de equipamentos de proteção individual.

O Plano de Contingência para Vírus Respiratórios prevê também a manutenção de estoques estratégicos de equipamentos de proteção, antivirais, vacinas e insumos laboratoriais, além da atualização de protocolos, capacitação dos profissionais de saúde, divulgação de materiais técnicos e desenvolvimento de ações de comunicação para a população e para as redes pública e privada.

Para a diretora Maria Goretti, o retorno ao nível Zero reflete a estabilidade dos indicadores, mas exige continuidade das ações de vigilância e prevenção em todas as regiões do Estado. “A normalidade é um cenário de acompanhamento permanente. Mantemos a vigilância laboratorial e epidemiológica, o monitoramento da assistência e a comunicação com os serviços de saúde para reconhecer rapidamente qualquer alteração. Essa rotina é o que garante segurança para a população e agilidade na resposta do Estado”, explicou Maria Goretti.

A diretora destaca que a análise conjunta do Diagrama de Controle de SRAG, do Painel de Vigilância de Vírus Respiratórios e do monitoramento de óbitos permite orientar as decisões da Sesa com maior precisão.

REFERÊNCIA NACIONAL - O Paraná é considerado uma referência nacional no enfrentamento das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs). O reconhecimento foi reforçado em oficina que reuniu gestores e técnicos de saúde pública e contou com representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Ministério da Saúde.

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Período para lances em leilão de 92 veículos oficiais do Estado está aberto

A população já pode fazer lances no leilão de veículos oficiais do Governo do Estado. O período começou nesta segunda-feira (05) e vai até 14 de outubro. Os 92 itens que serão leiloados estão disponíveis para visitação. Os interessados podem conferir os lotes 11 a 75 nesta terça e quarta-feira (6 e 7), em Curitiba, e os lotes 76 a 92 na quinta-feira (8), em Maringá.

Todos os veículos são classificados como recuperáveis, com lances iniciais a partir de R$ 1.636,50 (lote 79). Entre os itens estão modelos como Toyota Hilux, Chevrolet Equinox, Volkswagen Saveiro e Volkswagen Amarok.

Para participar do leilão, regido pelo edital Edital nº 15/2026, é necessário realizar inscrição prévia por meio do site Leilões Paraná, no link https://leilaopublico.paas.pr.gov.br.

Por ser conduzido por um servidor público, este leilão não terá a cobrança da comissão de 5% destinada ao leiloeiro. O pagamento deve ser efetuado em até dois dias úteis após o encerramento do leilão eletrônico.

Os leilões de veículos oficiais do Estado são coordenados pela Secretaria da Administração e da Previdência (Seap), através do Departamento de Transporte Oficial (Deto).

NOVO PORTAL - O Leilão nº 15/2026 é o primeiro a utilizar o novo portal de leilões oficiais do Estado, desenvolvido em parceria com a Celepar. Mais moderno, o novo portal inclui uma interface que facilita a visualização dos lotes, reunindo de forma mais organizada as informações, descrições e fotografias dos veículos disponíveis para arrematação.

Entre as principais funcionalidades está a possibilidade de o comprador acompanhar e realizar lances simultaneamente em diferentes lotes, ampliando a dinâmica de participação. O sistema também permite acompanhar de forma mais clara e transparente o encerramento de cada lote, oferecendo ao usuário maior segurança e visibilidade durante a disputa.

Confira locais, datas e horários de visitação dos lotes:

Lotes 11 a 75

Local: Curitiba (Pátio do DER – Rua José Veríssimo, nº 467, Bairro Alto)

Data: 06 e 07/10, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h

Lotes 76 a 92

Local: Maringá (Pátio da UEM – Avenida Colombo, nº 5790, Zona 7)

Data: 08/10, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h.

 

 

 

 

 

POr - AEN

Cresol lança revistinha para falar de cooperativismo financeiro com as crianças

“Mesadinha e a sua turma em: O pezinho de laranja” transforma conceitos em uma história lúdica e tem a participação do influenciador mirim José Marcos

A Cresol está lançando uma nova ferramenta para aproximar as crianças de temas como cooperativismo e educação financeira. A revista “Mesadinha e a sua turma em: O pezinho de laranja” transforma conceitos como crescimento coletivo, planejamento e escolhas conscientes em uma história infantil acompanhada de atividades lúdicas. Desenvolvida pelo Cresol Instituto em parceria com a área de Comunicação e Marketing, a publicação também busca levar essas conversas para além da escola, envolvendo a família e a comunidade.

A revista integra o conjunto de projetos educacionais desenvolvidos pela Cresol que levam conteúdos sobre cooperativismo, educação financeira e sustentabilidade para crianças e jovens. As ações são realizadas em escolas públicas e privadas, em parceria com secretarias de Educação de todo o Brasil, profissionais da educação, estudantes e famílias, com conteúdos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e materiais didáticos gratuitos.

“Queremos que esses aprendizados estejam presentes desde cedo, de maneira simples e conectada com a realidade das crianças. A revista é mais uma forma de levar esse conhecimento para além da sala de aula e estimular conversas importantes nas famílias e nos grupos que fazem parte da comunidade”, afirma Alzimiro Thomé, presidente do Cresol Instituto.

Com uma narrativa desenvolvida especialmente para o público infantil, a publicação reúne os personagens da Turma do Mesadinha e conta ainda com a participação de um personagem inspirado no influenciador mirim José Marcos (@vidadejosemarcos). Além da história, o conteúdo da publicação contempla atividades que estimulam a criatividade e o raciocínio lógico, como desenhos para colorir, caça-palavras, entre outros. 

A publicação poderá ser utilizada pelas cooperativas Cresol em todo o Brasil em diferentes ações e atividades, trabalhando os temas apresentados na história de forma independente aos projetos realizados no ambiente escolar. 

 

 

Cooperativismo a partir da escola

Nas instituições de ensino, a turma do Mesadinha é voltada para alunos do 3º ano e integra uma trilha de projetos educacionais da Cresol direcionados a diferentes faixas etárias.

Com o Mesadinha e outros projetos como Um Olhar para o Futuro, Turma do Poupe-Poupe e Juventude Cooperativista, por exemplo, estudantes participam de atividades educativas desenvolvidas de forma lúdica e prática, respeitando as diferentes faixas etárias. As ações abordam conceitos essenciais como organização financeira e consumo consciente, estimulando reflexões sobre escolhas responsáveis e planejamento para o futuro.

Em 2025, as iniciativas contemplaram alunos do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, alcançando 432 municípios em 13 estados brasileiros, com a participação de mais de 700 instituições. No total, os projetos educacionais chegaram a mais de 33 mil crianças e jovens, promovendo a educação financeira e o espírito cooperativo nas escolas.

“O cooperativismo ensina que podemos construir juntos e que o desenvolvimento de cada pessoa também pode contribuir para o desenvolvimento da comunidade toda. Por isso, nossas iniciativas funcionam de forma integrada e, por meio da educação, buscam criar experiências que façam sentido para as crianças e possam ser levadas para o seu dia a dia na juventude e vida adulta”, conclui Thomé.

 

 

Sobre a Cresol

Com 31 anos de história, mais de 1,2 milhão de cooperados e 1.050 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

 

 

 

 

 

Por - Assessoria

Sarampo: Brasil intensifica ações face a avanço nos EUA e nas Américas

Diante do avanço do sarampo nos Estados Unidos (EUA) e em outros países das Américas, o Ministério da Saúde reforçou o alerta de monitoramento do risco da doença no Brasil.

Em nota, a pasta destacou que os Estados Unidos registram o maior número anual de casos em mais de 35 anos e que mais de 90% dos infectados são pessoas não vacinadas ou com situação vacinal desconhecida.

Nas Américas, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados de sarampo ao longo de 2026, conforme dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

No Brasil, até 5 de outubro, foram registrados 52 casos importados de sarampo: 41 em São Paulo, 10 no Amazonas e um no Rio de Janeiro.

“Para conter a transmissão, equipes de saúde fazem busca ativa, investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio vacinal. Nessas regiões, a vacinação foi intensificada em espaços públicos e de grande circulação”, informou o ministério.

A pasta reforçou ainda que, mesmo com o registro de casos importados, o Brasil permanece classificado como livre de circulação endêmica do sarampo.

Linha do tempo

Em 2019, o país registrou mais de 20 mil casos da doença e, após mais de 12 meses de transmissão, perdeu a certificação de eliminação do vírus.

Em novembro de 2024, a Opas voltou a certificar o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, após a interrupção da transmissão sustentada.

Entre 2023 e 2025, foram confirmados 85 casos da doença, sem óbitos.

Desde 2023, a cobertura de todas as 16 vacinas que compõem o calendário infantil aumentou e o número de crianças não vacinadas caiu 86%, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Dados do ministério mostram que, em 2025, a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil, sendo 94,39% em São Paulo e 89,54% no Amazonas.

“A vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no SUS [Sistema Único de Saúde]. Quem tem doses em atraso deve procurar uma unidade de saúde para atualizar a caderneta, conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações”, destacou a pasta.

“Manter as coberturas altas e a vigilância ativa é o que protege a população e impede que casos importados voltem a causar circulação sustentada do vírus no país”, completou.

Vigilância

Ao longo de 2026, foram realizadas quatro grandes mobilizações de vacinação contra o sarampo, com mais de 3,8 milhões de doses aplicadas em São Paulo e cerca de 192 mil no Amazonas.

Em São Paulo, a imunização foi reforçada na capital, em Guarulhos, em São Bernardo do Campo e em Santo André, com busca ativa, investigação de casos, acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal.

A estratégia também inclui a chamada dose zero para crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. A dose é adicional às de rotina, previstas aos 12 e aos 15 meses.

Na região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, a resposta ao sarampo foi intensificada após a confirmação de casos importados. As ações incluem vacinação, busca ativa, investigação de casos suspeitos, coleta de amostras, identificação e acompanhamento de contatos e bloqueio vacinal, com o apoio de equipes federais na região.

 

 

 

 

 

Por  - Agência Brasil

PF investiga ligação de policiais com facção criminosa

A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quarta-feira (7), sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão contra um grupo acusado de ligações com facção criminosa do Rio de Janeiro. A PF investiga crimes como venda ilegal de fuzis e vazamento de informações sigilosas para a organização que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense, além de lavagem de dinheiro

Entre os alvos da operação Magen estão um policial civil, um policial militar e ex-policiais. A investigação, feita pelo Grupo de Investigações Sensíveis da PF (GISE) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Rio (MPRJ), identificou que a organização criminosa mantinha um núcleo estruturado para obtenção, transporte e revenda clandestina de armas.

Segundo a PF, o grupo comercializava fuzis de uso restrito, revólveres, pistolas, carregadores e munições. A investigação apontou indícios de que os alvos da operação chegaram a fornecer dez fuzis AR-15 diretamente à principal liderança criminosa do Complexo de Israel.

Os policiais e ex-policiais conseguiam acessar sistemas restritos da Administração Pública e repassavam aos líderes da facção criminosa dados sigilosos referentes a mandados de prisão em aberto, endereços, registros de veículos e alvos de ações policiais em andamento.

Com isso, conseguiram alertar os criminosos que atuam no complexo de favelas e evitar a repressão policial. As informações sigilosas também eram usadas para conduzir investigações clandestinas que tinham como objetivo extorquir criminosos.

A lavagem do dinheiro obtido com o esquema criminoso era feita por meio de sucessivas manobras de dissimulação. Mais de R$ 100 milhões foram movimentados em um intervalo de quatro anos, entre contas pessoais e de empresas de fachada.

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

OEA elogia eleição no Brasil, mas aponta preocupação com desinformação

A Organização dos Estados Americanos (OEA) descreveu a eleição brasileira como uma jornada cívica e pacífica e elogiou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os Tribunais Regionais Eleitorais por demonstrarem “importante capacidade técnica, logística e organizacional.  

A OEA esteve no Brasil nos últimos dias com 91 observadores independentes para observar o processo eleitoral brasileiro. As observações fazem parte do relatório preliminar divulgado hoje pela Organização. 

O documento também destaca a ampla participação de pesquisadores, acadêmicos e especialistas nos testes das urnas, o aumento do registro de dados biométricos para 89% desde as eleições de 2024. E a ampliação dos serviços eletrônicos disponíveis por meio da plataforma “Autoatendimento” e do aplicativo móvel e-Título. 

Apesar de atestar a lisura do pleito, a organização também relatou “clima de tensão e forte polarização política, com uma manifesta judicialização, confrontos pessoais e narrativas de desinformação destinadas a gerar desconfiança quanto à integridade do sistema eletrônico de votação”. 

Pontos de Atenção

Em relação aos pontos de atenção, a OEA destacou a ausência de um debate eleitoral entre os candidatos aos cargos de presidente e vice-presidente da República. Mas reconheceu a realização de inúmeros debates entre candidatos a governadores. 

O relatório também citou a “ausência de critérios jurídicos harmonizados na Justiça Eleitoral sobre o uso da imagem real ou gerada por inteligência artificial de pessoas proibidas de participar da política, tanto na propaganda digital quanto na física”.

 
 
 
 
 
 
Por - Agência Brasil
Cerca de 13,2 mil sites de bets ilegais são bloqueados

O governo federal informou nesta terça-feira (6) que já pediu o bloqueio de 13.241 sites ilegais de apostas desde 25 de setembro, quando as bets foram proibidas no país. No mesmo período, também foram solicitadas remoções de milhares de páginas e perfis em redes sociais.

No primeiro dia após o encerramento oficial do ar dos sites das bets, R$ 1,325 bilhão ainda aguardam devolução a cerca de 26,5 milhões de apostadores.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, a ofensiva contra as apostas ilegais representa uma mudança no fluxo de dinheiro das famílias.

“Já tínhamos identificado entre R$ 600 milhões e R$ 650 milhões por dia que saía da poupança popular e ia para as bets. Dinheiro da poupança popular, que passa a ficar com as famílias. Essa é uma mudança importante”, declarou o ministro no início da noite.

Sites bloqueados

Dos 188 sites de apostas com autorização para operar no Brasil até segunda-feira (5), apenas um continuava em funcionamento nesta terça. O Ministério da Fazenda informou que o bloqueio dessa plataforma também foi solicitado.

O número de pedidos de bloqueio de sites ilegais representa uma média de aproximadamente 1.103 páginas por dia desde o início da proibição.

Além dos sites, o governo pediu a retirada de conteúdos relacionados às apostas ilegais em diferentes plataformas digitais:

• .974 páginas no Facebook;

• 560 perfis no Instagram;

• 900 canais e grupos no Telegram;

• 103 perfis no TikTok;

• 14 grupos no WhatsApp;

• 1 servidor no Discord.

De acordo com Durigan, o conjunto de páginas, perfis, canais, grupos e servidores atingia mais de 17 milhões de usuários.

Devolução dos valores

Esta terça-feira marcou o primeiro dia sem operação das plataformas de apostas autorizadas no país. O encerramento segue o cronograma estabelecido pela medida provisória editada pelo governo.

O prazo para que os apostadores retirassem voluntariamente os recursos terminou às 23h59 de segunda-feira (5).

Agora, as empresas têm até quarta-feira (7) para informar às instituições financeiras os saldos remanescentes de cada usuário, identificados pelo CPF, além da conta bancária utilizada para os depósitos.

Segundo o governo, os valores ainda pendentes de devolução são:

•  R$ 1,325 bilhão em saldos remanescentes;

•  26,5 milhões de apostadores com algum valor nas plataformas;

•  86,2 milhões de contas com saldo entre R$ 0,01 e R$ 0,99;

•  R$ 15,5 milhões somados nas contas com menos de R$ 1.

O número de contas é superior ao de apostadores porque uma mesma pessoa pode manter cadastro em diferentes plataformas.

Saldo concentrado

Apesar do grande número de contas, a maior parte dos recursos está concentrada em uma parcela pequena dos usuários.

Durigan afirmou que cerca de 1% dos apostadores, o equivalente a aproximadamente 200 mil pessoas, concentra 80% do saldo que ainda precisa ser devolvido.

Já 3,4% dos apostadores concentram cerca de 90% dos recursos pendentes.

“A grande maioria dos apostadores tem saldo muito pequeno. Então, por exemplo, 1% dos apostadores, algo como 200 mil apostadores, representam 80% do saldo que hoje está pendente de ser resgatado. E 3,4% dos apostadores representa 90%. Percebo que há uma concentração grande”, afirmou o ministro.

Contas sob investigação

O governo também pretende investigar contas com valores considerados elevados. Segundo Durigan, cerca de 40 contas apresentam saldos superiores a R$ 500 mil ou R$ 1 milhão.

A apuração deverá verificar a possível ocorrência de lavagem de dinheiro e eventuais vínculos com organizações criminosas.

A investigação ocorre paralelamente ao processo de devolução dos saldos aos apostadores e às medidas de bloqueio das plataformas consideradas ilegais.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

TSE: dados sobre comparecimento de eleitores estão em processamento

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta terça-feira (6) que os dados de comparecimento, ausência e justificativa dos eleitores no primeiro turno estão em processamento e não representam situação definitiva.

A manifestação do Tribunal foi divulgada após eleitores que votaram no último domingo (4) encontrarem em seus cadastros a mensagem “faltou”, após acessarem o serviço de justificativa eleitoral.

Após reclamações nas redes sociais, o TSE alterou a mensagem para constar que os dados estão “em processamento”.

De acordo com o tribunal, o processamento dos dados será finalizado até o dia 11 de outubro.

A atualização vale para as informações sobre comparecimento, ausências, justificativas e presença de mesários.

Pelas regras eleitorais, a emissão da certidão de quitação eleitoral pela internet e pelo e-Título está suspensa entre os dias 5 e 11 de outubro, período em que ocorre o processamento.

A partir de 12 de outubro, o documento eletrônico, que comprova o comparecimento do eleitor, poderá ser emitido.

 

 

 

 

Por - Agência brasil

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