Como diria um veterano político, nunca antes na história deste país William Bonner gerou tantos comentários nas redes sociais — elogios, críticas, ironias, hashtags — como na noite de segunda, dia 18, quando ele e Patrícia Poeta entrevistaram a presidente Dilma Rousseff no ‘Jornal Nacional’.

 

Durante os 15 minutos e 52 segundos de duração da conversa, o apresentador interrompeu a candidata do PT à releição 21 vezes. Nos 18 anos como âncora do principal telejornal da Globo, e o de maior audiência do país, Bonner jamais foi tão incisivo com um entrevistado.

A tensa entrevista de Dilma Rousseff  ao Jornal Nacional de ontem levou muita gente a especular como foram os momentos o pós-entrevista – ou seja, aquelas costumeiras conversas amenas entre entrevistado e entrevistadores logo que as câmeras param de gravar.

 

 Pela cara de Dilma Rousseff, as amenidades devem ter ficado para outra oportunidade. E se a Dilma foi a Dilma que se conhece, o tempo deve ter fechado….

Em sabatina, presidente-candidata culpou cenário internacional por desempenho fraco da economia brasileira. Ela também disse que houve "dois pesos e 19 medidas" no caso do mensalão.

 

A presidente-candidata Dilma Rousseff admitiu nesta segunda-feira que o Brasil sofre os efeitos da crise financeira internacional e afirmou que a avaliação do então presidente Lula, que se referiu à turbulência como "marolinha", foi equivocada.

Paraná - Dilma promete agilizar recursos a atingidos pela chuva

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- 18/06/2014

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), participou no início da tarde desta terça dia 17 de uma reunião com políticos em União da Vitória, no sul do Paraná – uma das cidades mais atingidas pelas chuvas no estado.

 

 

Ela afirmou que o governo federal colocará "quantos recursos para reconstrução forem necessários" à disposição do município e das regiões atingidas, e garantiu "acesso prioritário" aos programas de assistência social do governo para os moradores prejudicados.

A presidente Dilma Rousseff confirmou, na manhã desta quarta-feira, 18, que o novo salário mínimo, vigente a partir de 1º de janeiro de 2014, ficará entre R$ 722 e R$ 724, o que representaria uma alta de 6,5% a 6,78% sobre os R$ 678 atuais. 

 

 

 

"A regra da correção do salário mínimo depende do fechamento do PIB (Produto Interno Bruto) e da inflação, mas dá para sabermos que ficará entre R$ 722 e R$ 724. Se tivermos perto de R$ 724 arredondamos para cima, damos uma força", disse. 

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