Saiba como se proteger de golpes digitais

O governo federal lançou, nesta terça-feira (19), um kit com orientações sobre privacidade e segurança da informaçãoA intenção é ajudar na identificação de mensagens falsas, links suspeitos, tentativas de fraude e roubo de senhas. 

A série de materiais educativos inclui gibi, vídeos e sete novas publicações, entre normas, guias e políticas. Todo o material está disponível na página do Programa de Privacidade e Segurança da Informação (PPSI). 

A iniciativa é do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). Segundo a pasta, a proposta é aproximar o tema da segurança da informação do dia a dia da população, especialmente de públicos que acessam serviços públicos pela internet, usam aplicativos de mensagem e podem ser alvo de golpes digitais.

Revista em quadrinhos

Um dos principais destaques da iniciativa é a revista em quadrinhos Phishing e Golpes Cibernéticos, primeiro gibi lançado pela Secretaria de Governo Digital (SGD) sobre o tema. O ministério deverá lançar ainda outros dez gibis voltados à educação digital. 

A publicação mostra como criminosos atuam para roubar dados de cidadãos por meio de mensagens falsas, links suspeitos e tentativas de fraude. Ao longo das páginas, os leitores também recebem orientações práticas sobre como identificar riscos e se proteger no ambiente digital.

Além dos materiais voltados à população, o MGI também disponibilizou novas publicações destinadas a gestores e servidores públicos que atuam no Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação (Sisp).

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Guia reúne orientações para mulheres que viajam sozinhas

Viajar sozinho pode ser uma experiência de liberdade e autoconhecimento, mas o receio de circular por lugares desconhecidos ainda limita o tipo de deslocamento, especialmente entre as mulheres. Diante dessa realizada, o governo federal disponibilizou um guia com orientações práticas para mulheres que viajam sozinhas.

Intitulado Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, a publicação, disponível no site do Ministério do Turismo, foi preparada com o objetivo de ampliar a segurança, a autonomia e o acesso à informação para o público feminino interessado em dar vazão ao sonho de ver com os próprios olhos as belezas turísticas do Brasil.

Brasília (DF), 05/05/2026 - O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, o guia é uma das ações desenvolvidas no âmbito do Pacto Nacional contra o Feminicídio, lançado no início do ano pelo governo federal.

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Gustavo Feliciano disse que pesquisas encomendadas pelo ministério mostraram que 60% das mulheres brasileiras já deixaram de viajar por preocupações relacionadas à segurança.

“Ao constatarmos isso, criamos, em parceria com a Unesco, esse guia”, disse o ministro.

Ele acrescentou que, “apesar de 60% de mulheres terem deixado de viajar sozinhas por algum motivo de segurança, 70% delas relataram que a experiência de viajar só é algo que traz plenitude turística”, uma vez que elas não precisam seguir o roteiro de marido, filhos ou de quem as acompanha.

“O guia serve para orientar as mulheres a viajarem sozinhas, mas também para que os empreendedores do turismo — como hotéis, bares e restaurantes — estejam preparados. Por exemplo: o guia orienta que, quando uma mulher viaja sozinha, o hotel a coloque em um quarto próximo ao elevador, em vez de no fim do corredor, porque, se acontecer alguma coisa, ela está mais perto de ajuda ou resgate”, acrescentou.

O Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas reúne dados, análises e orientações práticas para promover um turismo mais seguro, responsável e inclusivo.

O material apresenta resultados de uma pesquisa nacional realizada entre agosto e setembro de 2025 com 2.712 mulheres de todas as regiões do país.

De acordo com o levantamento, 41,8% das brasileiras já fizeram viagens solo; e 31,4% fazem esse tipo de deslocamento com frequência. Entre as que já viajaram sozinhas, 35,9% optaram por destinos dentro do Brasil.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Quais são os próximos feriados de 2026? (Spoiler: restam seis)

Após o feriado do Dia do Trabalhador, na sexta-feira (1º de maio), que rendeu a muitos um descanso prolongado de três dias,já há quem esteja de olho no próximo período de folga.

Ao todo, ainda restam seis feriados nacionais em 2026 – e cinco deles podem ser emendados, prolongando os dias de descanso.

O próximo feriado nacional será em 7 de setembro (Independência do Brasil), que cai em uma segunda-feira e pode permitir a emenda para quem folga aos fins de semana. Antes disso, há uma oportunidade mais próxima: o Corpus Christi, em 4 de junho.

 

A data cai em uma quinta-feira e é considerada ponto facultativo nacional, ou seja, estados e municípios podem decretá-la como feriado religioso, desde que haja regulamentação local – o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

 Nas cidades onde Corpus Christi é feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso o funcionário seja escalado, tem direito a receber em dobro ou a uma folga compensatória.
 

Mesmo nos feriados nacionais, nem todos são liberados. A legislação trabalhista permite o funcionamento de atividades em setores considerados essenciais.

⚠️ Nesses casos, quem trabalhar na data tem direitos garantidos, como remuneração em dobro ou folga compensatória.

Quais são os próximos feriados de 2026?

Ao todo, 2026 terá 10 feriados nacionais, sendo que 9 cairão em dias úteis. Este é um dos calendários mais favoráveis dos últimos anos para quem deseja planejar folgas prolongadas ao longo do ano.

Depois de Corpus Christi, que é ponto facultativo nacional, os próximos feriados são 7 de setembro (Independência do Brasil) e 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida).

Ambos caem em uma segunda-feira e podem render um descanso prolongado para quem folga aos fins de semana.

Veja abaixo os próximos feriados nacionais e os dias da semana em que caem:

  • 7 de setembro, Independência do Brasil (segunda-feira)
  • 12 de outubro, Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira)
  • 2 de novembro, Finados (segunda-feira)
  • 15 de novembro, Proclamação da República (domingo)
  • 20 de novembro, Dia da Consciência Negra (sexta-feira)
  • 25 de dezembro, Natal (sexta-feira)

 

Confira também os próximos pontos facultativos, que podem render folgas em alguns casos:

  • 4 de junho, Corpus Christi (quinta-feira)
  • 5 de junho (sexta-feira)
  • 28 de outubro, Dia do Servidor Público (quarta-feira)
  • 24 de dezembro, véspera de Natal (após 13h) (quinta-feira)
  • 31 de dezembro, véspera de Ano Novo (após 13h) (quinta-feira)

 

O g1 preparou um calendário com todos os pontos facultativos e feriados nacionais de 2026. Confira:

 
Calendário 2026 — Foto: g1

Calendário 2026 — Foto: g1

 

 

 

 

 

 

Por - G1

Por que a carne de vaca 'velha' virou tendência na alta gastronomia

O Brasil se tornou o maior exportador mundial de carne bovina graças aos esforços para atender à exigência de seu maior cliente, a China, de só comprar produto proveniente de animais abatidos com dois a três anos, menos propensos a enfermidades neurológicas. Mas nos círculos da alta gastronomia, é a carne de vacas velhas, não jovens, que vem conquistando elogios — e mais pedidos.

A história da carne de vaca velha no Brasil começou há cerca de seis anos com o engenheiro agrônomo Roberto Barcellos, respeitado por consultorias para produção de carne de alta qualidade. Inspirado no documentário Steak (R)evolution, Barcellos visitou o aclamado Bodega El Capricho, de José Gordón, na Espanha. 

“Passei dois dias lá. Ele produz uma carne de animais de 2 mil quilos, acima de dez anos de idade, o contrário de tudo o que entendemos como qualidade no Brasil. É uma iguaria, suculenta, com sabor”, conta ele ao Valor. Mas, se na Espanha criadores usavam os animais no cotidiano e os abatiam no fim de sua vida, após anos de deposição de gordura que proporcionava sabor, aqui o rebanho era abatido jovem, com carne macia, mas menos sabor. “Dificilmente teríamos um produto como aquele”.

De volta ao Brasil, Barcellos resolveu fazer um teste com 20 animais da raça Braford, de oito anos, que passaram por um período de engorda adicional, e apresentou a carne a um pequeno grupo. “Disseram que era a melhor carne que tinham comido, queriam mais. Mas eu não ia achar outro lote daqueles. Daí surgiu a carne de vaca velha.”

 

Enquanto os bois eram criados para abate, as vacas viviam mais, provendo gerações de bezerros. Para obter a carne desejada, diz Barcellos, o protocolo é utilizar raças taurinas — Angus, Braford, Hereford e outras — , conhecidas pela carne mais macia que a dos zebus que abastecem o mercado externo e pelo sabor amanteigado da gordura entremeada nos músculos, o tal marmoreio.

Uma das primeiras a trabalhar para obter a tal carne foi a Fazenda das Marrecas, do grupo Aeme, em Água Doce (SC). Desde 1994, o grupo desenvolvia um rebanho de bezerros da raça Angus com foco em carne de qualidade. O proprietário, Amaury Maciel, sabia que era preciso olhar para as mães, ou seja, cuidar das pastagens e selecionar as melhores vacas para futuras reproduções. “O olho dele brilhou ao ver as vacas”, lembra Maria Rita Maciel, filha de Amaury, sobre a visita de Barcellos à fazenda em 2022.

Com raça, seleção genética e manejo adequados, a propriedade só teve de implementar uma última etapa de acabamento, para obter maior cobertura de gordura da carne. Vacas com mais de seis partos passaram a ir para pastagens de alto teor nutricional por mais 40 a 90 dias, ganhando 100 a 150 quilos e chegando a até 700 quilos.

Segundo Barcellos, a carne de vaca velha é 30% a 40% mais cara que a de Angus. Só não supera a da aclamada raça japonesa Wagyu, cerca de 10% superior. Parceiros dele vêm abatendo de 20 a 40 vacas velhas por mês. No país o número é maior, talvez cem, estima ele, com origens também do Paraná e Rio Grande do Sul. Ele diz que hoje outros profissionais no Brasil têm produzido carne de vaca velha usando outras práticas de manejo.

Restaurantes de alto padrão observam a maior procura pelo produto de nome peculiar. Em São Paulo, a carne de vaca velha é servida no Quintal deBetti, no Assador, no Osso e no Rincón Escondido, além das butiques de carnes 4XFarms e deBetti.

No Assador, rodízio do grupo Corrientes 348 inaugurado em São Paulo em 2025 que tem como dono o ex-sócio do Fogo de Chão, Jair Coser, a alcatra de vaca velha é servida no espeto. O interesse dos clientes tem levado ao aumento das compras, conta Henrique Freitas, consultor do grupo. Se a primeira leva foi de 200 quilos, hoje o Assador compra em torno de três toneladas por mês para as unidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O fornecimento vem de um frigorífico com rebanho próprio de vacas Angus e Hereford do Uruguai.

“A demanda deve crescer nos próximos anos porque o consumidor tem buscado essas experiências. A alcatra de vaca velha tem intensidade de cor, suculência e maciez ao mesmo tempo, uma potência de sabor única.”

A fabricante de embutidos artesanais Pirineus, fundada pelo catalão José Ribas em 1958 em São Paulo e hoje comandada pelo irmão Angel e sobrinhos Raul e Nádia Ribas, começou há um ano e meio a produzir a cecina, carne bovina maturada, tradicional na Espanha, com carne de vaca velha. A produção, vendida na loja própria e a restaurantes, vem crescendo —hoje a Pirineus produz de 200 e 300 quilos da iguaria.

“Em eventos, ainda precisamos explicar toda a história da carne de vaca velha. Mas quem conhece, fica maravilhado”, afirma Raul Ribas, da Pirineus.

 

 

 

 

Por - Globo Rural

Entenda o que é 'bumbum cansado' e por que o estilo de vida influencia o formato dos glúteos

O termo "bumbum cansado" tem sido usado para descrever uma alteração progressiva no formato dos glúteos que vai além do envelhecimento natural e está diretamente relacionada ao estilo de vida contemporâneo.

O hábito de permanecer longos períodos sentado, comum na rotina de trabalho e em atividades com baixa movimentação diária, reduz a ativação muscular da região, compromete a sustentação e, ao longo do tempo, pode modificar o contorno corporal.

Segundo o médico Chris Lima, especialista em harmonização glútea e tratamento da celulite, o processo começa na função muscular e não se restringe à estética.

"O glúteo é um dos músculos mais importantes do corpo, mas também um dos mais negligenciados. Quando a pessoa passa muitas horas sentada, ele deixa de ser ativado corretamente, e isso gera um efeito que não é imediato, mas progressivo: perda de projeção, perda de firmeza e alteração do desenho corporal", afirma.

Ele explica que essa falta de ativação pode ser percebida como uma "queda", embora esteja mais ligada à redução de estímulo e sustentação estrutural. "Não é que o bumbum está caindo por gravidade apenas. É o músculo que deixa de sustentar, a pele que perde qualidade e o contorno que vai sendo apagado aos poucos", detalha.

De acordo com o especialista, esse cenário se tornou mais frequente com as mudanças de comportamento da vida moderna. "A gente está falando de pessoas que passam o dia inteiro sentadas, com pouca ativação de glúteo. Mesmo quem treina, muitas vezes não compensa esse padrão, e o corpo responde com mudança estrutural", observa.

Nesse contexto, a harmonização glútea surge como uma possibilidade de intervenção, com foco que vai além do aumento de volume. "Hoje o conceito mudou. Não é só aumentar, é reposicionar o contorno, melhorar a estrutura e devolver a função estética daquela região", afirma.

O médico ressalta que a indicação deve ser sempre individualizada: "Tem paciente que precisa de qualidade de pele, tem paciente que precisa de estrutura e outros que precisam de reposicionamento. Não existe um padrão único."

Para ele, o avanço das abordagens estéticas está ligado à compreensão do corpo de forma integrada. "A estética hoje não é só sobre volume, é sobre função, estrutura e comportamento. O corpo mostra exatamente como você usa ele", conclui.

 

 

 

 

 

Por - O Globo

 Encontro debate importância do ensino de jornalismo diante de IA

Os avanços das tecnologias de inteligência artificial (as IAs) e também da desinformação impõem às faculdades de jornalismo a necessidade de potencializar uma formação humana baseada em crítica e ética. Essa é uma das considerações da professora Marluce Zacariotti, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), presidente da Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (Abej). 

Para ela, é indispensável que esses pilares sejam responsáveis para a permanente conquista da confiança social, em dias tão desafiadores. A pesquisadora está em Brasília para o 25º Encontro Nacional de Ensino de Jornalismo (ENEJor), na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). As atividades acontecem até 24 de abril.

Não precisa nova disciplina

A pesquisadora entende que a formação e a profissão passam por momentos que pedem reflexão e ações. Não se trata, então, apenas de aperfeiçoamento técnico, de acrescentar uma disciplina de inteligência artificial ou de combate à desinformação na matriz curricular. Para ela, esses temas devem ser trabalhados de forma transversal nas disciplinas do curso. “É preciso olhar para a pedagogia do jornalismo com o objetivo de reafirmar o papel clássico da atividade”, disse à Agência Brasil

A formação não deve abrir mão, segundo ela Marluce, de trabalhar a pesquisa jornalística e as metodologias de verificação de dados. Para ela, as tecnologias devem potencializar essas atividades, mas é preciso que seja reforçado o papel humano do fazer jornalístico. Olhar além dos muros da faculdade. Esse seria um papel da extensão universitária. Pensar em públicos e parcerias que vão colaborar com o aprendizado. “O jornalismo é um curso, por natureza, extensionista”. 

No evento em Brasília, ela citou que é fundamental que os cursos de jornalismo estabeleçam parcerias para reafirmar o papel da extensão no processo de ensino e aprendizagem.

As instituições podem ajudar à pedagogia para ajudar a decifrar o “novo universo”, a fim de identificar contextos econômicos e políticos. “É preciso entender que a gente vive nesse novo universo. Fechar as portas para isso é estar distante também dos nossos alunos”.

O viés social seria, então, inerente à formação. Dentro desse olhar humano que se exige do estudante e do jornalista, a formação, segundo entende, não deve vilanizar as tecnologias. Ela defende que os pesquisadores não devem olhar para as novidades de forma apocalíptica. 

“É preciso olhar e entender que são ferramentas que a gente precisa saber usar da melhor maneira possível. É não negar, mas aproveitar o potencial que elas podem ter para nos ajudar”. 

Para ela, há alunos também sem entender como fazer a utilização dessas ferramentas. O diálogo com os alunos é fundamental para a busca de soluções. 

Expor o método

Ela ressalta que é preciso que o jornalista seja formado com consciência cidadã. “É um caminho do qual não podemos abrir mão para o fortalecimento perante a sociedade. É preciso investir em educação midiática, a literacia midiática a fim de explicar para o público sobre o ecossistema mediático. 

Neste cenário, será preciso compreender as diferenças sobre o que fazem os jornalistas e o que realizam os influenciadores. “Muitas vezes, as pessoas não sabem se aquilo é uma informação jornalística produzida por profissionais, com visões, abordagens e contextualização do tema”. 

Sistema midiático

Não obstante, os professores devem levar em consideração que, na escalada da desinformação, o cenário é de completa reconfiguração do ecossistema midiático. Ela explica que os pesquisadores avaliam que as grandes corporações midiáticas são as big techs (gigantes de tecnologia) e não mais os veículos tradicionais. 

“Se antes a gente falava de impérios midiáticos, agora lidamos com forças um pouco mais ocultas porque a gente está lidando com algoritmos”, argumenta. Um sistema midiático em que cada indivíduo é um gerador de dados. Esse sistema midiático, “digitalizado e plataformizado”, requer colocar a crítica e a ética antes da técnica. 

 Até por isso, ela diz que a formação em jornalismo deve prever uma preparação para encarar os desafios de forma responsável a fim de fazer o diferencial. “Não reproduzindo, mas produzindo com essas possibilidades tecnológicas”. 

Presença

A pesquisadora também destaca que a formação na profissão deveria priorizar aspectos presenciais. “O jornalismo é uma atividade coletiva, que exige a troca. É sempre muito difícil imaginar como fazer isso totalmente online”.

Da mesma forma, as redações coletivas no campo profissional são mais ricas de discussão do que o trabalho virtual. “Isso afeta, inclusive, o perfil do próprio jornalista”. O jornalista está cada vez mais na redação e menos na rua. Isso também tem relação com as condições precarizadas de trabalho.

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil