O Tribunal de Contas da União (TCU) bloqueou nesta quarta dia 11, os bens da ex-presidente Dilma Rousseff, por conta de sua atuação na aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela Petrobras. O bloqueio, que tem validade de um ano, foi aprovado pelo plenário da corte.

 

A informação de que Dilma poderia ser punida com o bloqueio de seus bens foi revelada pela Coluna do Estadão em 31 de agosto. O bloqueio de bens também atinge os ex-membros do conselho Antonio Palocci, José Sergio Gabrielli, Claudio Luis da Silva Haddad, Fabio Colletti Barbosa e Gleuber Vieira. Cabe recurso da decisão do tribunal.

O corretor Lúcio Funaro disse em sua delação premiada que, na época do impeachment, o então vice-presidente Michel Temer tramava "diariamente" a deposição da ex-presidente da República Dilma Rousseff com o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

 

A afirmação consta de um dos anexos da colaboração de Funaro, já homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual ele descreve a relação com a cúpula do PMDB e nomeia os "operadores" de Temer em supostos esquemas de corrupção.

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou na sexta dia 21, que o aumento de impostos anunciado pelo presidente Michel Temer (PMDB) prejudica os mais pobres e poupa os mais ricos.

 

Dilma também criticou "colunistas e analistas" que se opuseram à recriação da CPMF no governo da petista e, segundo a ex-presidente, não apresentaram resistência à alta de tributos anunciada por Temer.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve concluir hoje dia 09, o julgamento da ação em que o PSDB pede a cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições de 2014.

 

A sessão estava marcada para começar às 9h, com a finalização do voto do relator, ministro Herman Benjamin. Ficou acertado que, após o voto do relator, cada ministro terá cerca de 20 minutos para proferir o voto.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) novo parecer a favor da cassação da chapa Dilma-Temer, vencedora das eleições presidenciais de 2014.

 

A nova manifestação foi entregue na sexta dia 12, e se refere ao processo em que o PSDB pediu a cassação do resultado das eleições.

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